Mês: fevereiro 2018

O Casamento Perfeito em Alto Mar em um navio exclusivo

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O casamento perfeito em alto-mar em um navio exclusivo!

A festa a bordo dura quatro dias e pode ter mais de 100 convidados. O Caribe é sinônimo de momentos românticos. Repletas de refúgios perfeitos para relaxar e curtir as águas cristalinas do mar caribenho, as ilhas com praias de areias finas e brancas são sempre encantadoras. Até por isso, este cenário é ideal para celebrar a união. A novidade é que a festa de casamento para até 112 convidados pode ser realizada em um super iate exclusivo da Seadream. A bordo estão incluídos alta gastronomia, decoração, atividades, tripulação e serviços de concierge personalizados. Uma celebração inspiradora e absolutamente inesquecível.

 

 

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Rua Rui Barbosa, nº 911 – Tirol – Natal/RN – CEP 59015-290
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Cinco Castelos deslumbrantes no Vale do Loire

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1/5 – Château de Chenonceau

Formando um dos cartões postais mais marcantes da região, o Château de Chenonceau foi construído sobre uma ponte erguida no Rio Cher, cujas águas passam por entre suas colunas dando a impressão de que o castelo está flutuando. Os prédios do castelo são um retrato da transição da Idade Média para a Renascença, com arquitetura elegante e interior decorado com mobília sofisticada. Além dos lindos jardins de Catarina e Diane Poitier, há dois ótimos restaurantes, um atelier de flores que produz para todo o vale, e museus, que incluem uma exposição fixa sobre as carruagens do reino do Loire.

 

 

 

 

 

2/5 – Château d’Amboise

A poucos metros do Château du Clos Lucé, o Château d’Amboise tem grande importância histórica. Construído no século 11 como uma fortaleza medieval, serviu de residência a Luis XI e Carlos VIII. No século 15 passou por uma extensa reforma, que resultou no estilo renascentista que pode ser visto até hoje. Junto ao castelo, encontra-se a Chapelle Saint-Hubert, onde está enterrado Leonardo da Vinci. Foto: L. de Serres

 

 

 

 

 

 

 

3/5 – Château Villandry

Considerado a última construção em estilo renascentista do reino do Loire, o Château Villandry foi encomendado por Jean Le Breton, secretário direto do rei François I. A grande atração são os jardins que, construídos em 1906 em estilo italiano, são um dos highlights da região. Além destes, ainda há uma horta, onde legumes e verduras estão plantados de forma a compor belos desenhos geométricos multicoloridos.

 

 

 

 

 

 

4/5 – Château de Azay-Le-Rideau

Uma das joias do Vale do Loire, o castelo foi construído em 1517 para Gilles Berthelot, ministro das finanças de François I. Tornou-se ponto de encontro de pensadores e artistas da época como Balzac, Rodin e Victor Hugo no século 19, quando ganhou notoriedade. Em seu exterior, um espelho d’água substitui os jardins. Ainda há uma galeria de arte que abriga uma coleção de retratos de diversos membros da realeza francesa.

 

 

 

 

 

 

 

5/5 – Château du Clos Lucé

Última residência de Leonardo da Vinci, não à toa é um dos castelos mais procurados da região. No castelo, recriam-se o atelier e um museu dedicado às criações do ramo da engenharia, com a produção de maquetes a partir de desenhos que não saíram do papel. O passeio pelo parque, criado para remontar os cenários da Toscana e inspirar o artista, vale uma tarde inteira.

 

 

 

 

 

 

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A nova cara da Tasmânia

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Em Hobart há barraquinhas de produtores locais, bistrôs, cafés e lojinhas pra lá de simpáticas.

O Saffire Freycinet, icônico hotel da Tasmânia com arquitetura ultrafuturista

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por Mari Campos. Especial para a The Traveller.

O prato de ostras fresquíssimas chegou poucos minutos depois de terem sido retiradas d’água, do lado de fora do pequeno restaurante da Get Shucked, uma fazenda de ostras na pacata ilhota Bruny Island, uma das mais de 300 ilhas adjacentes à ilha principal da Tasmânia. O sabor intenso, acrescido de uma única gota de limão cada, combinava perfeitamente com o espumante local – que eu havia pedido para acompanhar – e com o cenário deserto e lindamente selvagem que se desenhava à minha frente. Habitada originalmente por aborígenes, a Tasmânia foi “criada” politicamente em 1803 e serviu como colônia penal do Império Britânico, que terminou por dizimar completamente os habitantes originais da ilha, em um dos episódios mais tristes da história da Austrália. Mas a aura de encantamento que existe hoje em todo continente austral, se estende à Tasmânia que, hoje, se tornou um dos destinos mais desejados por aventureiros e foodies de plantão, que encontram na ilha uma mistura de boa mesa, vinhos, vilarejos históricos, florestas tropicais e praias desertas. Tudo isso com direito à abundante vida selvagem, de cangurus e golfinhos aos raríssimos wallabies albinos e o mítico “demônio da Tasmânia”, que corre risco de extinção e tem na ilha sua maior população.

À boa mesa
A vocação farm-to-table da produção tasmaniana é tão intensa, que os roteiros gastronômicos estão devagarzinho se tornando sua maior vedete. Pelos caminhos, visitas a pequenos produtores de queijos, geleias, fudges, ostras e até uísque. Os vinhos são outras preciosidades da Tasmânia: nada menos que 200 vinícolas estão instaladas na ilha, todas em franca produção, com seus vintage correspondendo a um quarto dos vinhos mais premiados da Austrália. Uma das vinícolas mais reconhecidas internacionalmente é a Moorilla, que tem vinhedos espalhados, inclusive, na ilhota que abriga o imperdível museu MONA, em Hobart. A produção sustentável sob o comando do jovem canadense Conor van der Reest tem parreiras plantadas à beira do rio Derwent e a visita inclui caminhada entre os vinhedos e degustação de seus vinhos no wine bar construído ali mesmo.

As cervejarias artesanais também estão com tudo na ilha. O winemaker Ashley Huntington, por exemplo, criou a Two Metre Tall Company, que produz uma puríssima cerveja local, misturando seus ingredientes com a água da chuva e do próprio rio Derwent. É na Tasmânia que fica a premiada escola Agrarian Kitchen, mas a tradição da boa mesa da ilha também é percebida nos mercados de rua, como o imperdível Salamanca Market, em Hobart, com barraquinhas de produtores locais, bistrôs, cafés e lojinhas pra lá de simpáticas. Ali pertinho fica a Lark Distillery, que produz seu próprio uísque e outros destilados com a puríssima água mineral da ilha. Em Hobart também estão os mais premiados restaurantes, como o irretocável Franklin, do chef David Moyle, que é merecidamente o mais badalado deles, com menu que muda diariamente e só serve ingredientes locais fresquíssimos.

 

Onde ficar
The Henry Jones Art Hotel
O Henry Jones é o primeiro hotel da Austrália dedicado à arte. Mais de 400 obras de artistas da Tasmânia estão expostas nos quartos e corredores. O edifício, na bela marina de Hobart, foi construído no século 19 e durante décadas abrigou uma fábrica de geleia. Reformado, ganhou decoração contemporânea, mas não perdeu o charme do passado – as paredes feitas de blocos de arenito são da construção original.

Saffire Freycinet
No Saffire Freycinet, as paredes são de vidro, o que permite uma conexão direta com a natureza da Península Freycinet. Dos quartos, veem-se a floresta, as montanhas e o mar. Entre as atividades oferecidas, estão aulas de arco e flecha, canoagem, passeios para conhecer o demônio-da-tasmânia e degustação de ostras colhidas na hora, com a água do mar ainda pingando. O hotel integra a cadeia Luxury Lodges of Australia.

 

 

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