Mês: março 2018

Santa Monica – Locações para casar no melhor estilo californiano

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Espaço ao ar livre no hotel Shutters on The Beach

Hotel Casa del Mar conta com terraços de frente para Praia de Santa Mônica

 

 

 

 

 

 

 

 

Se um casamento pé na areia faz o seu estilo, pode considerar Santa Mônica como destination wedding. Seja para casais que desejam realizar a cerimônia pé na areia, ou aqueles que gostam de um ambiente mais sofisticado, mas com aquela brisa do mar, esse pode ser o destino ideal, com locações ao ar livre e também nos melhores hotéis que cuidam de todos os detalhes. É só se render ao delicioso clima californiano e dizer “sim”.

 

Ao ar livre

Opções não faltam para quem deseja se casar ao ar livre. Nas areias, basta escolher um pedacinho dos 5 quilômetros de extensão da Praia de Santa Mônica – desde que a cerimônia tenha o máximo de 150 convidados. Em um ponto elevado, com vista para a praia, e jardins floridos, o Palisades Park é outra opção disponível. Para uma cerimônia com um toque divertido, considere também o famoso píer!

 

Hotéis 

Hotel Casa del Mar  
No charmoso Hotel Casa del Mar, em meio à cidade e junto à praia, diferentes salões podem receber a cerimônia. O The Palm Terrace proporciona vista para o Pacífico, enquanto o Colonnade Ballroom apresenta um distinto estilo dos anos 1920, garantindo um ambiente elegante. Os noivos têm à disposição especialistas que podem cuidar dos mínimos detalhes da celebração.

Shutters on the Beach
Ao ar livre e com vista para a praia, o Pacific Terrace proporciona o melhor do estilo californiano para a cerimônia, com vista para a praia e atmosfera descontraída. Os casais que preferirem um ambiente mais tradicional podem optar por espaços contemporâneos como o salão Oceanside, com vista para a Praia de Santa Monica, ou ainda algo mais elegante como o Grand Salon.

Viceroy Santa Monica
Seja na praia ou nas locações do hotel, o Viceroy Santa Monica conta com uma equipe especializada em casamento, que podem se encarregar de todos os preprativos da cerimônia. As decorações feitas no Outdoor Patio, ao redor da piscina, garantem um toque todo especial para recepção e festa.

Categories: Destinos, Dicas

Todos os caminhos para machu Picchu

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O dia a dia no Centro Têxtil Urpi, em Chinchero: uma ONG de mulheres que vendem produtos artesanais. Foto Eduardo Vessoni

Trilha entre Cuncani e Huacahuasi: 5,5 quilômetros nas bordas do Vale Sagrado. Foto Eduardo Vessoni

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por Eduardo Vessoni*. Especial para a The Traveller.

Patrimônio Mundial pela Unesco, o ‘Grande Caminho Inca’ (Qhapaq Ñan, em quéchua) é uma rede de 30 mil quilômetros de caminhos que rasgam os Andes, em terras da América do Sul. E se todos os caminhos levam a Machu Picchu, a cidade sagrada dos incas que colocou o Peru na rota das viagens mais cobiçadas do continente, em Cusco é onde tudo começa. É dali que parte a Lares Adventure, um roteiro lodge to lodge, com até sete dias de duração e hospedagem em hotéis isolados que se fundem ao cenário bruto dos Andes.

Nessa travessia até Machu Picchu, passando pelo Vale Sagrado e arredores, o mais importante não é chegar, é estar. Desenvolvido pela Mountain Lodges of Peru, o roteiro não leva turista para ver indígena fantasiado de indígena, vendendo bugiganga para estrangeiros, na Praça de Armas, em Cusco. É uma viagem ao mais profundo dos Andes, ainda que a agitada Cusco fique a menos de cem quilômetros dali. A cada noite, o hóspede se reúne com o guia para traçar o roteiro personalizado do dia seguinte, um cardápio de opções que equilibra atividades culturais e trilhas com níveis variados de dificuldade. Tudo sem pressa e no ritmo das elevadas altitudes, como a visita a uma ONG de mulheres que vendem produtos artesanais em Chinchero (e que não se cansam de nos ensinar a origem das cores fortes daquele trabalho); o passeio pelas barracas da feira de Pisac, onde se esconde o tradicional forno colonial de San Francisco com madeiras de eucalipto que assam empanadas de queijo; e até sítios arqueológicos esquecidos, como o de Ankasmarka, com construções arredondadas de pedras, onde os incas faziam armazenamento de grãos, naquela espécie de refrigerador natural.

Quem pisa firme com pé de inca, trilha também caminhos ancestrais, atualmente usados por moradores locais que se deslocam entre povoados. É como ter acesso a um cenário que só os incas puderam ver. Somos os únicos, além daquela gente simples que insiste em morar em áreas de difícil acesso, onde, muitas vezes, nem veículos motorizados conseguem chegar a rincões tão alternativos. Qhapaq Ñan é um deles. A trilha tem quase sete quilômetros de extensão, em uma descida que parte do setor alto dos Andes e segue até um dos vales da província de Colca. Sobre caminhos preservados, o viajante vê passar aos pés povoados isolados e cruza o pequeno cânion de Totora, uma fenda que guarda recintos funerários da época dos incas, incrustados em rochas.

Entre Cuncani e Huacahuasi, outra opção de caminhada da Mountain Lodges of Peru, são apenas 5,5 quilômetros de trilha, nas bordas do Vale Sagrado. Mas nessa travessia, andamos por caminhos rústicos entre montanhas andinas, a 4.200 metros de altitude; vemos lagoas de bordas infinitas que flutuam sobre vales elevados; e terminamos na jacuzzi privativa do quarto com vista para as montanhas de Huacahuasi. Essa viagem é mais do que um roteiro multiatividades. É um turismo de vivências que coloca o hóspede em contato com antigos rituais em terras sagradas que ainda se curvam à Pachamama, a Mãe Terra. A cada início de caminhada, o guia faz a cerimônia do K’intu, com três folhas de coca entre as mãos, invoca divindades andinas com orações sussurradas e, após colocá-las sob a terra, despeja chicha, a bebida fermentada de milho, dando início aos trabalhos do dia. Outra experiência do programa é a Pachamanca, no povoado de Viacha, onde os visitantes acompanham a preparação do prato em que tubérculos, legumes e carnes são cozidos na terra, entre pedras aquecidas durante três horas, antes de receber os ingredientes que cozinham, em diferentes níveis subterrâneos. É como cozinhar nas próprias entranhas da Terra, em um ritual que só acontece em datas festivas dos Andes.

Nos programas da Mountain Lodges of Peru, que também atua na exigente trilha Salkantay, a preservação das culturas vem acompanhada de uma ação social que inclui a contratação de moradores de povoados locais que atuam nos refúgios reservados para os hóspedes. Os pernoites são em refúgios construídos pelo grupo, em localidades como os lodges Lamay e Huacahuasi, onde os habitantes locais permanecem proprietários dos terrenos utilizados pelo empreendimento e ficam com 25% dos lucros gerados. Você pode até ter passado os últimos anos se preparando, entre livros, guias e filmes sobre os Andes, mas nada consegue descrever
com exatidão o que nos aguarda naquelas terras.

 

Onde ficar
Mountain Lodges of Peru
Confortáveis lodges nas montanhas servem como alojamentos de luxo para que os visitantes possam fazer caminhadas diárias que os levam a lugares remotos, onde é possível avistar cascatas, picos nevados, lagos glaciais, condores planando e também visitar as pequenas comunidades andinas onde o estilo de vida permanece imutável há séculos.

explora Valle Sagrado
Projeto que dialoga com a beleza e a história de uma região especial do Peru, o explora Valle Sagrado foi concebido para aproveitar as paisagens que dominam os cenários do Vale Sagrado, com o máximo de silêncio e privacidade, assegurando momentos de total tranquilidade. Premiado e completando um ano de atividade, o hotel é a base perfeita para desvendar a riqueza natural e a herança cultural da região, a partir de mais de 20 tipos de atividades de exploração. Além de todo conforto e da aura de exclusividade dos seus poucos quartos e suítes, o spa é um dos seus highlights: instalado em uma antiga casa inca restaurada, ele conta com piscina, sauna e linhas de tratamento específicas para cuidar do bem-estar.

 

* Eduardo Vessoni – Mesmo já tendo visitado todos os continentes, o jornalista sempre desembarca em uma nova viagem com olhar curioso sobre o desconhecido. Olhar que rende sempre conteúdos desenvolvidos para a editoria de turismo, onde atua há 10 anos. Seu relato sobre A Trilha Lares, no Peru, ganhou as páginas da edição número 81 da The Traveller. 

 

 

 

 

 

 

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6 jóias da arquitetura de Sevilha

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1/7 – A magnífica arquitetura sevilhana

Sevilha é a tradução da alma da região da Andaluzia. Seus expoentes culturais ficam por conta do flamenco, as polêmicas touradas e as tapas, um dos elementos mais famosos da gastronomia espanhola. E, quando falamos em arquitetura, a capital andaluza é uma festa para os olhos. Ao longo de sua história, a cidade recebeu diversas influências culturais, hoje impressas em igrejas, palácios e monumentos. Gótico, barroco, renascentista e mudéjar são os estilos presentes na sua arquitetura, que também flerta com a modernidade.

 

 

 

 

 

2/7 – Plaza de España

Um dos cartões-postais mais icônicos de Sevilha, a Plaza de España despertou a admiração até mesmo do rei Alfonso XII que, quando a viu pronta em 1928, disse “senhores, eu sabia que isso era bonito… Mas não tanto”. A praça foi construída para a Exposição Ibero-Americana de 1929, pelo arquiteto Aníbal González, que se inspirou no estilo renascentista e nos elementos da cidade. Em formato semicircular, essa obra sevilhana é ricamente adornada com cerâmicas pintadas, que representam as 48 províncias espanholas.

 

 

 

 

 

3/7 – Torre Giralda e Catedral

A Giralda é uma torre de 100 metros, protagonista na silhueta urbana de Sevilha. Une duas épocas áureas: a base foi erguida no domínio mouro, como minarete de uma antiga mesquita; o topo da torre foi concluído na época do reino católico, transformando a Giralda no campanário da Catedral de Sevilha – uma das últimas catedrais góticas construídas na Espanha, e a terceira maior da Europa.

 

 

 

 

 

4/7 – Casa de Pilatos

Construída no final do século 15, a Casa de Pilatos é um dos mais suntuosos palácios de Sevilha. Há indícios de que esta seria uma reprodução da casa de Pilatos original, em Jerusalém. Interessante não somente pela arquitetura, que conjuga diversos estilos, mas também pelo acervo de antiguidades romanas, além de pinturas e móveis de diversas épocas. Sua fachada em arco dá passagem a um pátio, típico das mansões andaluzas, para a entrada de cavalos e carruagens. Um esplêndido portão do século 19 conduz ao pátio principal, obra-prima da arquitetura sevilhana.

 

 

 

 

 

5/7 – Alcázar

Este fascinante conjunto de palácios data do século 10, sendo a residência real mais antiga da Europa. Pode-se identificar em sua construção diversos estilos arquitetônicos, como islâmico, gótico, renascentista e outros. Sua rica ornamentação serviu de inspiração à arquitetura utilizada na Alhambra de Granada. A mando de Pedro I, em 1364 iniciou-se a sua ampliação, com marcantes influências islâmicas. Foram chamados os melhores artesãos de Sevilha, Toledo e Granada, que se esmeraram em desenvolver encantadores projetos de decoração e jardinagem.

 

 

 

 

 

6/7 – Torre del Oro

A Torre del Oro foi construída no século 13 pelos mouros. O monumento, que possui 12 faces, já teve diversos usos, como farol, prisão e armazém. Há duas teorias sobre a origem de seu nome: a primeira afirma vir do fato de que um dia esteve coberta de azulejos dourados; e a segunda atribui a denominação por ser onde o ouro vindo das américas era descarregado.

 

 

 

 

 

7/7 – Metropol Parasol (Las Setas)

Fugindo da arquitetura clássica de Sevilha, o Metropol Parasol é uma das mais recentes “aquisições” que redefiniu o skyline da cidade. Essa é a maior estrutura de madeira do mundo, com 150 metros de comprimento e 28 metros de largura. Concluída em 2011, com projeto do arquiteto alemão Jürgen Mayer, a construção é formada por seis guarda-sóis, por onde há caminhos que proporcionam aos visitantes belas vistas do centro da capital andaluza. O Metropol também é conhecido como Las Setas ( Os cogumelos), devido à semelhança de sua estrutura com cogumelos quando vistos do chão. Além disso, a estrutura abriga um mercado, um restaurante e o Museu Antiquarium, que guarda vestígios arqueológicos romanos.

 

 

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A tradição dos azulejos portugueses em Lisboa

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Símbolos de Portugal, os azulejos contam histórias, colorem prédios e casas e convidam o visitante a fazer uma viagem encantada pelas ruas de #Lisboa.  Dunia Schneider. Especial para Teresa Perez

 

Com suas ruelas charmosas, gastronomia de dar água na boca e vistas de cair o queixo, a capital portuguesa é uma das mais belas cidades da Europa. O sol brilha o ano todo, a noite pulsa e, para a alegria dos visitantes, tanto os conservadores quanto os mais cool, a arte da azulejaria é uma das coisas mais belas de se ver por lá! De origem árabe, as peças coloridas, tradicionalmente em azul e branco, chegaram na Europa no século 16.

Os mosaicos de cerâmica que decoravam os palácios fascinaram os europeus, mais especificamente os portugueses que, mais tarde, transformaram o estilo de decoração em uma arte. Foi assim que surgiram os famosos desenhos de episódios históricos, cenas mitológicas, iconografias religiosas e elementos decorativos, que transformaram Lisboa em referência mundial nesse tipo de arte. Do barroco, passando pela Art Nouveau até os dias atuais, dá para encontrar um pouco de tudo passeando pelas ruas. Mais tarde, essa arte da azulejaria se espalhou pelo mundo.

Por aqui, cidades como São Luís (MA), Belém (PA) e Salvador (BA) abrigam imóveis decorados com as peças. Até trabalhos mais contemporâneos, como o da artista plástica Adriana Varejão – que usa os azulejos como signos em suas obras –, são inspirados no estilo. Se o seu próximo destino é Lisboa, aproveite as dicas, monte o seu roteiro e conheça essas maravilhas da cultura portuguesa.

 

 

Onde ver 
Casa do Ferreira das Tabuletas

O que ver: A decoração do prédio, construído em 1864, cheia de figuras alegóricas que representam a Terra, a Água, o Comércio, a Indústria, a Ciência e a Agricultura.
Rua da Trindade, 28-34

 

Loja da Fábrica de Cerâmicas Viúva Lamego

O que ver: A fachada adornada de azulejos da antiga fábrica fundada em 1849 e que hoje funciona na cidade de Sintra, a 30 quilômetros de distância de Lisboa. viuvalamego.com

 

Igreja de São Vicente de Fora

O que ver: O maior conjunto de azulejos barrocos do mundo, incluindo uma série de 38 painéis que ilustram as fábulas do autor francês Jean de La Fontaine.
Largo de São Vicente, 1100-572

 

Museu Nacional do Azulejo

O que ver: Os painéis que imitam tapeçarias, pinturas e passagens bíblicas. O museu reúne 500 anos de história e é o único no mundo dedicado a esta arte.
Rua Me. Deus 4, museudoazulejo.pt

 

Oceanário de Lisboa

O que ver: O mural da rampa de acesso, cheio de cavalos-marinhos, algas, tubarões, tartarugas e peixes, que eterniza a ligação de Lisboa com o oceano.
Esplanada Dom Carlos I s/nºoceanario.pt

 

Museu de Lisboa

O que ver: A exposição Fragmentos de Cor – Azulejos do Museu de Lisboa com uma coleção de peças, a segunda maior do país, que foram salvas de prédios em ruínas.
Campo Grande, 245. museudelisboa.pt 

 

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