Mês: abril 2018

O que você precisa saber no primeiro safári na África do Sul

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Na África do Sul não é difícil ver os big five, os animais mais temidos do continente africano

Entre a pausa de um safári e outro, nada melhor que aproveitar a piscina do lodge. Foto: Dulini Lodge

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quem se programa para viver a primeira experiência de safári não se decepciona com a África do Sul. O país é dono de uma vida selvagem extraordinária, e dificilmente você deixará o país sem ver os big five – o rinoceronte, o elefante, o leão, o búfalo e o leopardo, considerados os animais mais temidos da África. Mas como funciona exatamente um safári? Fizemos um guia básico para tirar todas as dúvidas de quem vai se aventurar pelas savanas sul-africanas pela primeira vez. Confira!

 

O safári

Os safáris são conduzidos por dois especialistas que são apaixonados pelo que fazem e conhecem a savana como ninguém. O tracker localiza os animais. Ele rastreia pegadas, consegue calcular há quanto tempo o bicho passou por ali e parece ter olhos de águia, visualizado animais camuflados mesmo à distância. O ranger conduz o jipe e freia o veículo a cada animal apontado pelo colega. O ranger, então, compartilha com os viajantes todas as curiosidades e hábitos de cada animal. É praticamente uma aula, principalmente para as crianças.

As expectativas de ver vários animais (principalmente todos os big five) é enorme, mas é bacana ter em mente que quantidade não é qualidade. Dependendo da época, a vegetação dificulta a visibilidade dos animais, e as condições climáticas, como um período de seca, por exemplo, torna a procura um pouco mais longa, já que os bichos se deslocam para regiões mais distantes em busca de água. Mesmo assim, rangers e trackers farão o possível para encontrar e se aproximar ao máximo das feras. E não há emoção maior quando, silenciosamente, conseguimos fotografá-los bem perto.
A rotina
Embora tudo seja regradinho, talvez essa seja uma das rotinas gostosas que você vivenciará em uma viagem. O dia começa bem cedo. Por volta das 5h30 os hóspedes devem encontrar os rangers para um breve café da manhã no lobby do lodge. Antes de sair, todos conversam sobre quais animais serão procurados naquele dia, de acordo com a condição climática ou o que foi visto no dia anterior.

Em torno das 9h, os viajantes retornam ao lodge para um café da manhã reforçado. O almoço é servido entre às 12h e 14h. Esses intervalos livres são perfeitos para curtir o hotel e seus entornos. É provável que você depare com animais mais dóceis circulando livremente – não se espante se alguns surgirem na piscina para beber um golinho de água! Quem viaja com crianças pode deixá-las com os rangers, que promovem brincadeiras e ensinam  um pouco mais sobre a vida selvagem a elas.

O segundo safári acontece no finalzinho da tarde e começo da noite. Esse é o período quando os bichos saem à caça e, não raro, você os verá se alimentando. O retorno ao lodge coincide com a hora do jantar, que termina entre às 22h e 23h. Os buttlers colocam os hóspedes para dormir cedo, afinal de contas, o próximo dia se aproxima e reserva novas emoções.
Experiências especiais
Café da manhã e lanche em meio à savana 
Se bater aquela fome durante as três horas de safári, não se preocupe. Em algum momento, os rangers vão parar em um ponto isolado e, quando você menos esperar, será servido um lanche estilo piquenique.

Boma dinner
Ao menos um dia de safári será encerrado com o tradicional boma dinner. Em uma área cercada ao lado do lodge, sob o céu estrelado da savana, e ao redor de uma fogueira é servido um típico churrasco africano, o braai. Durante o jantar, conversamos sobre os animais que vimos e todas as emoções vividas na expedição daquele dia.

Dúvidas básicas
Qual a melhor época? 
É possível fazer safári na África do Sul em qualquer período do ano. Na época seca é mais fácil visualizar os bichos pois a vegetação está rasteira e, durante o inverno, com tudo verdinho, o visual é incrível para fotografar.

Quantos dias? 
Para aproveitar o máximo, o ideal é fazer três dias de safári. Assim, você tem mais chances de ver os big five, além de outras espécies surpreendentes.
Onde ficar
A hospedagem também é fundamental na experiência de safári. O Kruger Park é o parque nacional mais famoso na África do Sul em seu entorno encontram-se reservas com lodges espetaculares.

Dulini Private Game Reserve
Nas incríveis paisagens da reserva Sabi Sands, o Dulini Private Game Reserve conta com três lodges  – Dulini River, Dulini Leadwood e Dulini Lodge – que proporcionam vivências autênticas que unem sofisticação e contato com a vida selvagem em safáris emocionantes. Os rangers e trackers super experientes e uma equipe pra lá de acolhedora tornam a estadia ainda mais especial.

Com personalidade própria e decoração individual, a privacidade é garantida com cada lodge mantendo poucas tendas, algumas com piscinas particulares, sempre integradas à natureza ao redor. Os lodges ainda contam com spa, biblioteca, inspirações gastronômicas internacionais e serviços totalmente personalizados para cada hóspede.

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Histórias e Sabores da Turquia

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A experiência de desvendar as ruas e segredos de Istambul com suas deslumbrantes mesquitas, palácios, museus e sítios arqueológicos, abre literalmente o apetite para conhecer outro tesouro desta mistura de culturas e civilizações: a culinária turca com suas iguarias, acepipes e delícias.

Por Arthur Veríssimo. Especial para a The Traveller

 

Há um roteiro possível de ser realizado, em que os manjares turcos proporcionam uma amostra da grande diversidade gastronômica do país. A cozinha turca é um mix gastronômico de ingredientes e receitas do Oriente Médio, da Ásia Central e do Mediterrâneo. Isso fica muito claro caminhando pelas ruas de Istambul, por suas feiras e mercados. Após contemplar e percorrer os interiores da magnífica Basílica de Santa Sofia, fomos conhecer o intenso e agitado Spice Bazaar. O mercado é uma sucessão de lojas, num imenso galpão repleto de especiarias, queijos, frutas, baklavas, chás e iguarias de todo Oriente.

Caminhando pelo corredor central, logo fui abduzido ao interior de uma loja de ingredientes, chás e doces. O vendedor, Mister Mehmeet nos ofereceu um delicioso chá de maçã e uma bandeja repleta de lokun, apetitosos docinhos turcos feitos de goma e suculentas baklavas de massa folhada, com diferentes recheios de pistache, nozes, mel e romã. Adquiri alguns temperos e chás e mergulhei no sol escaldante das ruas de Istambul para uma experiência ainda mais intensa. Fomos almoçar em um clássico restaurante turco, o Hamdi. Iniciamos nossa degustação, com uma série de mezes (entradinhas diversas de pasta de homus, berinjela, favas, iogurte com alho, charutinhos de folhas de uva) com pães pita, inflados e quentinhos. Na sequência, suculentos kaftas de cordeiro acompanhados por pilaf de arroz com páprica e um delirante Fistikli Kepap. Um verdadeiro banquete.

Uma agradável surpresa é a comida de rua na Turquia. O chef Carlos Rogério Paes do Veggies da Praça ficou fascinado com esta culinária encontrada em cada canto da cidade. Em sua expedição gastronômica por Istambul ele destaca que “às margens do Chifre de Ouro encontrei vários barquinhos decorados e ancorados próximos à ponte Galata.

Tinha uma variedade de pratos deliciosos. Por diversos locais na Turquia há barracas e carrinhos vendendo suculentos kebabs, mexilhões cozidos, arroz com mariscos, sorvetes e Börek – salgados recheados com carne, queijo e batata. Isso são só alguns exemplos das riquezas que Istambul oferece”. O Mikla Restaurant é outra casa que deve entrar nos planos de quem visita Istambul. Localizado no topo do hotel Marmara Pera, no bairro de Beyoğlu, ele é um dos restaurantes mais estrelados da Turquia. Como diz o chef Mehmet Gurs, “todos os produtos são orgânicos e frescos, e nossos pratos não se restringem à cozinha turca ou otomana. Estamos completamente em sintonia com a Anatólia e sua diversidade de ingredientes”. Alguns dos gourmets à mesa se deliciaram com a sucessão dos sete pratos do menu degustação. Um desfile sensorial e gustativo de entradas, pratos, sobremesa – tudo harmonizado com ótimos vinhos. Ao final da noite, saí satisfeito e encantado.

Deixando Istambul para trás, chegamos à Capadócia, uma região que concentra muito do que há de mais genuíno na gastronomia turca. Encravado no alto da colina na pequena cidade de Uçhisar, o Museum Hotel Cappadocia é o suprassumo de arte, gastronomia e sofisticação. E foi no hotel, ao anoitecer, que jantamos no Lil’a Restaurant com o proprietário do Museum e personagem icônico do turismo na Capadócia: Mister Omer Tosun. O chef Murat Bozok contou que todos os ingredientes dos pratos são frescos e a maioria é cultivada na horta orgânica do hotel.

Depois das entradas – de mezes e charutinhos de folhas de uva – o prato principal foi composto por deliciosos cogumelos com queijo gratinado e um kebab divino com molho de tomate, iogurte e especiarias. Um mix gastronômico preparado com ingredientes e iguarias regado a vinhos da Capadócia.

Um dos momentos mais surpreendentes em nossa saga gastronômica aconteceu em Göreme, no aconchegante restaurante Dibek. O carro chefe da casa é o tradicional Testi – um tipo de kebab cozido em pote de barro com cordeiro desossado, molho de tomate, cogumelos, alho, pimenta do reino, sal e manteiga. Os ingredientes são misturados e inseridos no pote que é então lacrado. Durante duas horas a cumbuca fica cozinhando em fogo de carvão. O ápice da experiência acontece quando o lacre do pote de cerâmica é quebrado em frente aos convidados, que já neste momento podem começar a saborear o prato através de seu delicioso aroma. Recomendo a todos, quando tiverem a oportunidade, experimentar esta delícia da culinária turca, uma das mais saborosas e saudáveis cozinhas no mundo.

 

Arthur Veríssimo – Jornalista, roteirista e apresentador com passagens por grandes publicações e veículos de mídia. É autor do livro GONZO 30 anos de jornalismo transcultural e ganhador do prêmio Comunique-se 2016 na categoria Cultura Escrita por sua obra.

 

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Os destinos mais incríveis no Verão Europeu

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1/7 – Vai para a Copa do Mundo? Estique a viagem para uma dessas praias paradisíacas

Por Fernanda Nascimento e Ricardo Moreno*. Especial para a The Traveller. 

Esqueça o verão como conhecemos. Na estação mais quente do ano, as temperaturas não vão muito além dos 25 graus na capital da Rússia, Moscou. Mais ao norte, em cidades como São Petersburgo, o clima lembra nossos dias de inverno, com direito a casaco e cachecol. É verdade que os jogos da Copa do Mundo vão elevar a temperatura por lá, mas nada como tirar alguns dias das férias para colocar a roupa de banho e dar um mergulho no mar. Por que não encurtar os 14 mil quilômetros que separam o Brasil do país-sede da competição com uma parada no Mediterrâneo? A cada temporada, novos destinos prometem uma experiência inesquecível – e, lá sim, o calor é garantido!

*Fernanda Nascimento é editora e já passou pelas redações das revistas Veja e Época S.Paulo e pelas rádios CBN e BandNews. Atualmente é editora-chefe da plataforma The Summer Hunter, desenvolvendo conteúdo original e projetos editoriais para marcas como Aperol, GOL e Reserva. Na edição 82, deu dicas das melhores praias europeias para curtir na época da Copa do Mundo.

Ricardo Moreno é fundador do The Summer Hunter, plataforma dedicada a produzir conteúdo em torno do verão e traduzir tendências de comportamento, o jornalista teve trabalhos publicados em jornais e revistas como Monocle, Wallpaper*, Wired Itália, Freunde von Freunden e GQ. 

 

2/7 – Menorca, Espanha

Quando as férias de verão lotam as vizinhas Maiorca e Ibiza, a ilha de Menorca mantém a tranquilidade. Seu litoral é recortado por pequenas calas, como são chamadas as prainhas banhadas pelas águas cristalinas. Vale a pena alugar um carro para conhecer cada pedaço da costa antes de chegar à Ciutadella, a charmosa cidade onde hotéis boutiques têm se instalado, de olho nos turistas que estão descobrindo este refúgio espanhol.

Onde ficar 
A menos de um quilômetro da Ciutadella, o recém-inaugurado Agroturismo Ses Talaies é quase um retiro. Os hóspedes podem comer as frutas colhidas nas árvores da propriedade enquanto desfrutam da tarde na piscina.

 

3/7 – Pafos, Chipre

A ilha do Mar Mediterrâneo já foi parte da Grécia Antiga e do Império Otomano e guarda sua história em cenários de tirar o fôlego. Escolhida como uma das Capitais Europeias da Cultura em 2017, Pafos está cada vez mais vibrante. O mar azul de suas praias divide a atenção dos visitantes com castelos, igrejas e, claro, a culinária mediterrânea, com frutos do mar e azeite em abundância. É hora de conhecer este país onde as temperaturas raramente ficam abaixo dos 20 graus.

Onde ficar
A melhor maneira de desfrutar do Cap St. Georges Beach Club Resort é se hospedando em uma das villas com piscina privativa, vista para o mar e um pôr do sol incrível. A praia de pedrinhas está a poucos passos de distância.

 

 4/7 – Cap Ferret, França

Não confunda com Cap Ferrat, destino na Riviera Francesa. A única semelhança entre as duas praias é o sotaque francês. A uma hora de Bordeaux, Cap Ferret é uma charmosa vila de pescadores que ainda não foi devorada pelos turistas como a conterrânea. Mesmo os hotéis e restaurantes mais sofisticados mantêm um toque rústico. Se prepare para comer algumas das melhores ostras do país – essa é uma das principais atividades econômicas da região.

Onde ficar 
No Ferret Vigne, o único desafio é decidir entre caminhar 200 metros para a praia ou alugar uma bicicleta e pedalar até a vila pela floresta de pinheiros. Alguns dos quartos possuem uma varanda particular com banheira de hidromassagem.

 

5/7 – Bodrum, Turquia

Nos últimos anos, a instabilidade política afastou os turistas da Riviera Turca. Agora, a região volta a aparecer como um destino cobiçado, com hotéis de luxo se multiplicando pela costa de Bodrum, que despontou como uma das regiões mais badaladas do litoral. A cultura e a gastronomia turca são uma atração à parte, é verdade, com seus mercados, tecidos, sabores asiáticos e chás servidos a qualquer hora do dia. Some a isso hotéis incríveis, praias lindas e restaurantes com vista para o mar. Seja bem-vindo a Bodrum.

Onde ficar
No topo de uma colina, o The Marmara Bodrum tem uma vista incrível. Da piscina, é possível enxergar a Baía de Bodrum e a Ilha de Kos. Escolha um dos quartos com terraço com vista para o mar.

 

6/7 – Pantelleria, Itália

O estilista Giorgio Armani foi um dos primeiros a descobrir essa ilha vulcânica no Mediterrâneo – e construiu sua vila por lá. Apesar de fazer parte da Itália, o cenário tem uma certa influência africana. Afinal, é até possível avistar a costa da Tunísia, que está a menos de cem quilômetros de distância. Hotéis sofisticados abriram as portas para receber as celebridades que descobriram Pantelleria, mas a ilha nunca perdeu a cara de secret spot. Aproveite um verão regado a vinhos e alcaparras produzidas na região.

Onde ficar
Uma das melhores maneiras de se hospedar na ilha é alugar uma típica casa de Pantelleria. A 200 metros do mar, a Il Dammuso D’Autore foi construída pela mesma arquiteta que desenhou a vila de Giorgio Armani.

 

 

7/7 – Comporta, Portugal

A uma hora de Lisboa, as praias têm ares de Caribe, com areia branca e mar azul. Como é um dos poucos destinos na região do Algarve onde os grandes hotéis ainda não se instalaram, a estrutura continua cool. Os visitantes repousam em espreguiçadeiras debaixo de guarda-sóis de palha enquanto esperam uma porção de amêijoas, molusco típico da região. Ainda dá para tirar um cochilo nas redes montadas pelos bares à beira-mar antes de conhecer as novas lojas e restaurantes que abrem as portas por lá a cada verão.

Onde fica
As 34 suítes e villas do Sublime Comporta se estendem pela propriedade de 170 mil metros quadrados. Rodeado por lagoas, dunas e arrozais, o hotel tem serviço impecável. O Sem Porta, comandado pelo chef Ljubomir Stanisic, é um dos melhores restau- rantes da região.

Foto: Flickr/CC – vreimunde

 

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No Reino dos Faraós

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O templo de Karnak

A cidade de Abu Simbel

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Existem tesouros da velha civilização egípcia espalhados por museus e praças de vários lugares do mundo, mas nenhum deles consegue fascinar tanto quanto aqueles que permanecem em seu ambiente original, nos templos e palácios localizados à beira do Rio Nilo.

Por Ricardo Westin*. Especial para a The Traveller. 

 

Quando conheci Istambul, anos atrás, uma experiência me deixou com a pulga atrás da orelha. Todas as grandes atrações da cidade me arrebataram, menos uma. Ao contrário do Estreito de Bósforo, da Torre de Gálata, do Grande Bazar, dos palácios dos sultões e das mesquitas, o obelisco egípcio não conseguiu me tocar. Esculpido pelos faraós há 3.500 anos e transportado para o local atual, ao lado da Mesquita Azul, há 1.600 anos, o obelisco de granito tem seus 20 metros de altura ornamentados com os clássicos hieróglifos egípcios. Como fui capaz de ficar apático diante de tal tesouro? Insensibilidade? Ignorância? Cansaço após um dia puxado de passeios? Num efeito retardado, só decifrei esse enigma pessoal poucos meses atrás, quando eu vivia o sonho de infância de percorrer o Egito.

Num cruzeiro pelo Rio Nilo com paradas em templos e tumbas que remontam ao Antigo Egito, compreendi que, por mais ancestral e rara que seja, uma peça vinda do passado carrega muito mais significado quando a vemos em seu contexto original.

O obelisco de Istambul foi arrancado do Templo de Karnak, localizado no que hoje é a cidade Luxor. Na minha viagem recente, conheci os dois obeliscos que restam de pé em meio às ruínas de Karnak. Eles aparentam ser idênticos ao que foi carregado para Istambul, mas… como são mais eloquentes! Os dois obeliscos vigiam, do alto, uma profusão de estátuas de deuses e faraós e de colunas e paredões repletos de hieróglifos. Contemplando tudo isso preservado em seu próprio ambiente, eu senti como se de fato tivesse retrocedido no tempo e enxergasse os primórdios da civilização.

Sob o efeito hipnótico dos obeliscos, acabei por intuição criando uma tese particular: eles seriam os mais antigos ancestrais das torres das igrejas e dos minaretes das mesquitas, com a missão prática de permitir que os antigos egípcios que vinham de longe se localizassem e conseguissem chegar ao Templo de Karnak. No contexto nada egípcio de Istambul, eu jamais seria tomado por divagações que me levassem tão longe. Em Istambul, eu supus que os obeliscos fossem grandes blocos de pedra empilhados com perfeição. No Egito, constatei que não é nada disso. Trata-se de uma peça única e colossal. Na cidade de Assuã, conheci um obelisco que a velha civilização faraônica, por causa de rachaduras, abandonou inacabado, esculpido diretamente na montanha de granito, deitado, faltando apenas os talhos finais para ser destacado da pedra e transportado para o Templo de Karnak. Diante do obelisco que repousa incompleto em Assuã, eu pude criar a imagem mental de um exército trabalhadores atacando a montanha com picaretas para dar forma ao monumento.

Museus espalhados pelo mundo inteiro ostentam tesouros do Antigo Egito, como o British Museum, de Londres, e o Neues Museum, de Berlim. Até mesmo o Museu Nacional, do Rio, dispõe de uma múmia genuína, que o imperador dom Pedro II trouxe para o Brasil como lembrança de uma segunda viagem ao Egito.

Não se trata de fazer pouco caso dessas coleções, pois elas cumprem uma missão educativa e cultural muito nobre, mas não há como negar que, apresentadas a quilômetros e quilômetros de distância de onde foram recolhidas, as peças perdem bastante do seu poder de comunicação e de encantamento.Foi na viagem ao Egito que a crença dos faraós na vida eterna tornou-se visível para mim, palpável até. O Vale dos Reis é um ponto camuflado das montanhas, bem longe da cobiça dos ladrões, onde túneis escavados na rocha conduzem às câmaras nas quais as múmias dos reis eram sepultadas. O que mais me surpreendeu foi a dimensão das tumbas, imensas, com espaço suficiente abrigar as joias, as roupas, os móveis, as carruagens e até os alimentos que garantiriam o conforto dos faraós no outro mundo.

No Templo de Abu Simbel, um detalhe numa das estátuas me intrigou: a inscrição “Drovetti 1816” sulcada no pé do faraó. Perguntei ao meu guia sobre a identidade daquele “vândalo” de 200 anos atrás, e ele respondeu que se tratava de Bernardino Drovetti, cônsul da França no Egito. Após a queda dos faraós, a cultura do Antigo Egito atravessou a Idade Média e a Idade Moderna relegada ao esquecimento. Templos inteiros foram soterrados por tempestades de areia e assim permaneceram durante séculos. O resgate começou em 1798, quando a França enviou para o Egito uma tropa liderada pelo general Napoleão Bonaparte e também, de quebra, uma expedição de arqueólogos. Foram estes últimos que reapresentaram o Antigo Egito ao mundo. Como representante do governo francês no Egito, Drovetti foi uma das primeiras pessoas a entrar em Abu Simbel após o achado dos arqueólogos. Num costume provavelmente aceitável naquela época, o cônsul decidiu deixar sua marca no monumento – e acabou me apresentando o capítulo pouco conhecido da redescobrimento do mundo egípcio.

Assim que tive o estalo a respeito do obelisco de Istambul, corri para compartilhar a descoberta com o meu guia egípcio. Ele riu e, num arroubo nacionalista, fez um discurso sobre a necessidade de o monumento ser devolvido ao Egito. E ainda me contou que não se tratava de um caso isolado. Torres de pedra que fizeram parte do Templo de Karnak hoje enfeitam a Place de la Concorde, em Paris, e uma pracinha perto do Coliseu, em Roma. Levei um susto. Eu já estive nas duas cidades mais de uma vez, mas não guardava sequer a mais vaga lembrança dos monumentos egípcios. Não me culpo. Entendo que não houve insensibilidade nem ignorância da minha parte. Além disso, ganhei um motivo novo para voltar a Istambul, Roma e Paris: graças a tudo que vivi e aprendi no cruzeiro pelo Rio Nilo, sei que agora enxergarei os obeliscos expatriados com outros olhos.

 

* Ricardo Westin é jornalista, escritor e cientista político radicado em Brasília, que tem entre seus principais interesses as viagens e a história. É colaborador da Teresa Perez desde 2012, criando conteúdo para as publicações da agência.

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5 Boutiques para vestir a moda de Mykonos

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Bazaar at Scorpios

Ergon Mykonos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Só o visual incrível, composto pelo azul profundo do Mar Egeu em contraste com as típicas casas brancas já fazem de Mykonos um daqueles destinos deliciosos para curtir o verão europeu. Mas ilha grega também conquista com sua face cosmopolita e a vocação para a moda. Basta um passeio por suas ruas para descobrir boutiques sofisticadas de designers gregos, além de uma curadoria especial de produtos de grifes internacionais. Reunimos endereços de boutiques em Mykonos para quem não abre mão de boas compras.

Liontis
As sandálias de couro são itens que nunca saem de moda em Mykonos. Um das lojas mais tradicionais na ilha é a Liontis, pertencente à mesma família desde 1956. Lá você encontra a sandália nos mais diferentes estilos e cores para adultos e crianças. liontis-sandals.gr
Nikos Koulis
Além de prêmios internacionais, o designer grego Nikos Koulis também conquistou celebridades que exibem suas joias em alguns dos eventos mais badalados do mundo. É no seu atelier em Atenas que Koulis cria peças únicas, vendidas em boutiques conceituais em Mykonos e na capital grega. nikoskoulis.gr
Bazaar at Scorpios 
Um dos clubes de praia mais sofisticados de Mykonos também conta com a marca têxtil Caravana para fazer a curadoria do seu bazar. O resultado é uma rica variedade de roupas, acessorios, joias e artigos de decoração de lojas internacionais exclusivas. scorpiosmykonos.com/bazaar

Dew 
A moda praia é o carro-chefe da Dew que reúne roupas, acessórios e joias de alto padrão de designers gregos, como Stefania Frangista e Maa Boo, além e de marcas internacionais, como a caribenha Poupette St Barth e a londrina Varley. dewmykonos.com
Ergon Mykonos 
Para artigos com traços genuínos, essa é uma das boutiques mais interessante da ilha. A inspiração da Ergon é a herança grega, traduzida em produtos artesanais de alta qualidade. Roupas, bolsas, almofadas e outros acessórios exibem design inovadores, com linhas minimalista com toda a beleza da arte da Grécia. ergonmykonos.com 

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5 Hotéis para se desconectar no Brasil

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 1/5 – Cristalino Jungle Lodge (Amazônia, Mato Grosso)

O Cristalino Jungle Lodge está instalado em uma reserva particular no sul da Amazônia brasileira, à beira do Rio Cristalino e cercado por vegetação exuberante. Comprometido com práticas sustentáveis, o hotel dispõe de confortáveis quartos e bangalôs integrados à floresta ao seu redor. No restaurante, os visitantes desfrutam da rica culinária regional. A infraestrutura comporta uma biblioteca rústica com livros sobre as espécies típicas da região e um deck flutuante sobre o rio, ótimo para tomar sol, nadar e sair para passeios de canoa. O lodge também organiza trilhas, sempre acompanhadas por experientes guias.

 

 

 2/5 – Fazenda São Francisco do Corumbau (Corumbau, Bahia)

A bela Fazenda São Francisco do Corumbau está em meio aos coqueirais de uma praia de areia branca, águas cristalinas e belos recifes de corais. Dispõe de confortáveis suítes e bangalôs à beira mar. Em seu restaurante os visitantes apreciam os sabores baianos combinados com a requintada gastronomia internacional.

 

 

 

3/5 – Ponta Dos Ganchos Exclusive Resort (Governador Celso Ramos, Santa Catarina)

Em um verdadeiro paraíso no sul do Brasil, o hotel Ponta dos Ganchos oferece sofisticação e exclusividade à beira-mar. A densa vegetação que cerca a charmosa propriedade contribui para proporcionar um clima intimista. Os 25 bangalôs são amplos e equipados com decks privativos que proporcionam deslumbrantes vistas para a pequena baía exclusiva do resort. Destaque para o jantar a dois na Ilha, preparado para um casal somente, por ocasião, à luz de velas — uma experiência única e muito romântica.

 

 

 4/5 – Palácio Tangará (São Paulo)

Um oásis em plena cidade de São Paulo: assim é o Palácio Tangará, projetado em meio aos jardins do Parque Burle Marx. Um do destaques do hotel é a sublime gastronomia, assinada pelo chef Jean-Georges Vongerichten. Para total desconexão em meio à metrópole, não há lugar melhor que o Flora Spa by Sysley.

 

 

 

5/5 – Saint Andrews (Gramado, Rio Grande do Sul)

A vista privilegiada para o belíssimo Vale do Quilombo, em Gramado, é um ingrediente a mais no hotel Saint Andrews. Com arquitetura inspirada nos castelos escoceses, o hotel possui apenas 11 suítes, individualmente decoradas com elementos clássicos e contemporâneos, garantindo uma atmosfera de tranquilidade e exclusividade. Os serviços, totalmente personalizados, chegam até o restaurante Primrose: aqui, os pratos e receitas podem ser elaborados conforme as preferências de cada visitante e a adega gourmet conta com grandes vinhos da serra gaúcha e do mundo.

 

 

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5 experiências para descobrir Lisboa

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 1/5 – Passeio fotográfico de sidecar

Os passeios de sidecar acrescentam uma pitada de emoção na descoberta de Lisboa, proporcionando um ângulo diferente da cidade. Mais bacana ainda é embarcar com um fotógrafo, que leva os viajantes aos lugares mais fotográficos da capital portuguesa, compartilhando dicas para garantir os melhores cliques.

 

 

 

2/5 – Fabricar os tradicionais azulejos portugueses

Os azulejos por si só já valem um roteiro temático por Lisboa. Os mosaicos de cerâmica colorem casas e prédios e ainda proporcionam uma viagem pela história. Depois de apreciar os mais belos exemplares da cidade, vale visitar a fábrica Azulejos de Azeitão, a pouco menos de 40 minutos de carro de Lisboa, onde é possível confeccionar as peças à moda antiga.

 

 

 

 3/5 – Navegar pelo Rio Tejo

Elemento quase que onipresente na paisagem de Lisboa, o Rio Tejo é um ótimo caminho para descobrir a história e as belezas da capital portuguesa. Partindo da Praça do Comércio, a navegação proporciona as melhores vistas das cidade.  Piquenique e drinques a bordo tornam o percurso ainda mais agradável.

 

 

 

 4/5 – Passeio pela street art

No sobe e desce das ladeiras de Lisboa também há cores que vão além das fachadas de sua arquitetura histórica. A street art ganhou força nos últimos tempos, com artistas portugueses e internacionais que estamparam com graffitis todos os cantos da cidade, desde as áreas modernas até os bairros históricos. Em parceria com a Galeria Underdogs, o Ritz Four Seasons Hotel Lisboa desenhou um roteiro sob medida que explora todos os destaques da arte urbana na cidade.

 

 

 5/5 – Visitar o Mercado da Ribeira

Para os foodies, o Mercado da Ribeira é daquelas atrações imperdíveis. Renovado em 2014 pela revista Time Out Lisboa, em pouco tempo ele se transformou em parada obrigatória para gourmands e descolados na capital portuguesa. Mais de 30 restaurantes ocupam o espaço, reunindo o melhor da gastronomia portuguesa, além de lojas de vinhos, conservas, flores, frutas e legumes típicos do país.

 

 

 

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O Charme das Cidades Coloniais do México

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Em Guanajuato, cores e relevos tomam conta dos cenários e dão ainda mais vida à cidade

Um dos destaques de San Miguel de Allende, a Paróquia de São Miguel de Arcanjo é cartão-postal

 

 

 

 

 

 

 

 

Se há um país intenso neste mundo, definitivamente é o México. Uma mistura hipnotizante de cores e sabores tão típicos do destino se funde à sua cultura milenar dando origem a um caleidoscópio de possibilidades. Com os mais diferentes cenários, que vão desde praias paradisíacas a desertos, o país proporciona vivências únicas.

Algumas das regiões que melhor sintetizam a essência mexicana são as cidades coloniais, que contam com verdadeiras joias arquitetônicas remanescentes do período em que o país esteve sob domínio espanhol, como construções civis, palácios, e antigos conventos que hoje. A partir da Cidade do México é possível conhecê-las e encantar-se com todo seu charme.
Cidade do México
Muito além de ser apenas a capital do país, a Cidade do México é o verdadeiro exemplo da beleza do encontro entre o passado e as influências modernas. A arte faz parte do DNA da cidade. Pudera! Quando se tem grandes nomes como Frida Kahlo e Diego Rivera atuando quase como embaixadores do país para o mundo, todo o contexto atual começa a fazer mais sentido. Seja nos grafites espalhados pelas paredes ou em exposições que chegam à cidade, é possível perceber sua aura artística.

Ao som dos mariachis, um passeio pela capital permite uma viagem gastronômica. O restaurante Limosneros proporciona uma experiência completa para degustar os sabores mexicanos.
Guanajuato
Classificada como Patrimônio da Humanidade pela Unesco, Guanajuato é uma explosão de cores. A cidade exibe arquitetura típica colonial mexicana, com ruas e becos feitos em pedra e vários túneis por toda a cidade. Esses túneis antigamente eram escoadouros do Rio Guanajuato e alguns deles são estreitos demais para a passagem de carros, tornando a região ideal para passeios a pé.

Diego Rivera foi um de seus moradores e um passeio interessante é visitar a antiga casa do pintor muralista, que hoje é um museu que conta com algumas obras do artista.
San Miguel de Allende
Um dos tesouros mexicanos, San Miguel de Allende é famosa por sua identidade histórica e edifícios coloniais de influência civil e religiosa, que agregam tendências que transitam entre o Barroco e o Neogótico. Pitoresca e cosmopolita ao mesmo tempo, foi reconhecida em 2008 como Patrimônio da Humanidade pela Unesco.

A cidade reúne diversas galerias e boutiques, assim como cursos e workshops para os amantes das artes. O marco da cidade é a Paróquia de São Miguel de Arcanjo. Projetada pelo arquiteto Zeferino Gutierrez, seus traços lembram a Sagrada Família de Gaudí. O arquiteto Zeferino Gutierrez teria se inspirado em cartões-postais da obra espanhola durante a construção da paróquia.

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As melhores Estações de esqui da América do Sul

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Valle Nevado, no Chile

A estação de Corralco

 

 

 

 

 

 

 

Chile e Argentina concentram o melhor do Esqui no Continente

Pode apostar: para viver emoções na neve não é preciso ir até a Europa ou aos Estados Unidos. O hemisfério norte é incrível, tem grandes e tradicionais estações de esqui, além de experiências para todos, mas a América do Sul não fica atrás. O Chile e a Argentina são daqueles destinos que visitar apenas uma vez não é suficiente para ter noção de sua dimensão. Os dois contemplam cenários de extremos, que estão entre os mais belos e instigantes da região. Ambos ainda contam com algumas das melhores estações de esqui sul-americanas, ideais para férias em família, com pistas de diversos graus de dificuldades e uma grande oferta de atividades tanto para crianças como para adultos.

Chile
A pioneira Portillo
Portillo é um dos destinos preferidos dos esquiadores e famílias no hemisfério sul. A estação localizada a pouco mais de duas horas de carro da capital Santiago, é a mais antiga da América do Sul e fica ao redor da bela Laguna del Inca, um cenário especial. Famosa pela ótima qualidade da neve e também pela excelente escola de esqui e snowboard, Portillo recebe esportistas e visitantes do mundo todo, atraídos pela sensação de refúgio e possibilidades de aventura. Aos iniciantes, a estação oferece três pistas, El Corralito, El Puma e La Princesa, ideais para aprender e praticar o esporte com segurança e tranquilidade. Já àqueles que dominam melhor o esporte, pistas como Las Lomas e David´s Run, entre muitas outras, trazem mais adrenalina. Para os esquiadores experientes e que gostam de desafios, os destaques são as duas pistas consideradas as mais difíceis da estação, a El Condor e a La Roca Jack.

Adrenalina e aventura em Valle Nevado
Considerada a maior área esquiável do hemisfério sul, com mais de 20 quilômetros de pistas, a estação de Valle Nevado está localizada a 3 mil metros de altitude nos Andes chilenos e os muitos picos nevados das cordilheiras formam um dos cenários mais encantadores do país. As pistas apresentam diferentes características e graus de dificuldade – um verdadeiro centro de esqui planejado para a prática de esportes de inverno como snowboard e heliski, – e são consideradas perfeitas tanto aos esquiadores principiantes como aos experts. Valle Nevado é daqueles destinos que agradam famílias e casais em lua de mel, oferecendo aulas particulares ou coletivas de esqui que ajudam os visitantes a descobrirem as melhores partes das montanhas geladas.

Corralco surpreendente
Corralco desponta como uma ótima opção na América do Sul. Localizada na encosta do Vulcão Lonquimay, a estação de esqui foi construída dentro de uma reserva protegida e garante excelentes temporadas para a prática de esportes de inverno. Na região, estâncias termais e uma exuberante floresta de araucárias se juntam a ótimas pistas para a prática de snowboard e esqui, criando uma atmosfera perfeita para os esportes de inverno no Chile. Além dos esportes já mencionados, também é possível praticar outras modalidades nos picos nevados de Corralco, como o snowshoeing e trilhas por belos bosques, que podem ser complementadas por excursões de snowmobile e visitas às termas

Chillán, a estação ao lado de um vulcão
Localizada nas encostas de um vulcão e dona de pistas emolduradas por bosques intocados, as Termas de Chillán são uma estação de esqui dentro de um centro termal. Ao sul de Santiago, Chillán é famosa por seu spa especializado em tratamentos com águas sulforosas do vulcão e por apresentar a maior pista da América do Sul, a Três Marias com 13 quilômetros de percurso. Além disso, ainda conta com atividades como heliskiing, circuitos de moto na neve, trenós puxados por cães, e várias alternativas que proporcionam descanso e relaxamento.
Argentina

Ushuaia: Neve na Terra do Fogo
Capital da Terra de Fogo e considerada a cidade habitada mais austral do mundo, Ushuaia reúne o melhor da tradição e modernidade. Refletindo em seu traçado urbano e em seus desenhos arquitetônicos uma forte ligação com seu passado, ainda conta com paisagens deslumbrantes que roubam a cena com mar, bosques, geleiras e montanhas, oferecendo diversas opções de atividades. O esqui é um dos seus principais atrativos, já que conta com uma das estações de esqui mais exclusivas da Argentina a 26 quilômetros da cidade.

A tradição de Bariloche
Em Cerro Catedral, a prática do esporte é a principal atração durante o inverno, mas, aos não-praticantes, há restaurantes e a linda vista para apreciar. Seus arredores são dominados por paisagens cênicas e um dos passeios mais imperdíveis para admirá-los é o Circuito dos Lagos. Seguindo em um veículo 4×4, o caminho revela vales, cordões montanhosos e os lagos Escondido e Fagnano – dois dos retratos mais belos da Patagônia argentina.

A exclusiva Villa La Angostura
Uma opção à badalada Bariloche, Villa La Angostura tem atmosfera cool e exclusiva às margens do lago Nahuel Huapi. A proximidade de alguns parques naturais, como o Parque Nacional Los Arrayanes, é uma atração. O esqui é destaque na estação de Cerro Bayo. São 25 pistas, 16 meios de elevação, escola infantil de esqui e várias opções de atividades para toda a família.

 

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Espetáculos da Brodway

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Alladin

O Fantasma da Ópera

 

 

 

 

 

 

 

NOVIDADES EM 2018

 

Meninas Malvadas

August Wilson Theatre – 8 abril 2018 – por tempo indeterminado

Cady Heron cresceu na África e acabou de se mudar com os pais para Illinois, nos Estados Unidos. É o primeiro ano dela em uma escola e sua ingenuidade vai ser posta à prova. Cady entra para o grupo mais popular do colégio, liderado por Regina George, e vai descobrindo aos poucos que o colégio pode ser mais feroz do que a savana onde cresceu.

Escape to Margaritaville

Marquis Theatre – 15 março 2018 – por tempo indeterminado

Margaritaville é uma ilha paradisíaca para onde os jovens vão para fugir dos problemas da cidade. Um lugar ensolarado, praias de águas mornas e drinks perfeitos. Tully é bartender e cantor e acha que já tem a sua vida toda planejada até que se encanta por uma turista e começa a repensar algumas questões.

 

Angels in America

Neil Simon Theatre – 25 março 2018 a 1º julho 2018

Com a Nova York dos anos 1980 como pano de fundo, Angels in America é uma peça revolucionária. Com temas como imigração, religião, mudanças climáticas, AIDS e posicionamentos políticos, o roteiro impressiona ao voltar aos palcos 25 anos depois.

 

Summer: The Donna Summer Musical

Lunt-Fontanne Theatre – 23 abril 2018 – por tempo  indeterminado

Contando a história da cantora Donna Summer, o musical mostra os conflitos que a artista passou durante o seu rápido crescimento profissional. Com mais de 20 hits como “Love to Love You, Baby”, “Bad Girls” e “Hot Stuff”, a peça é retratada pelas lentes do seu último concerto.

 

Come from Away

Gerald Schoenfeld Theatre –  12 março 2017 – por tempo indeterminado

No dia 11 de setembro de 2001, o mundo parou. 38 aviões com 6.579 passageiros ficaram encalhados em uma cidade remota de Newfoundland. Os moradores locais abriram seus corações e casas para comunidades estrangeiras. No dia 12 de setembro, suas histórias emocionaram o mundo todo.

 

SpongeBob SquarePants

Palace Theatre – 4 dezembro 2017 – por tempo indeterminado

A Fenda do Bikini está sob ameaça e o caos chega no lar de Bob Esponja. Tudo vai de mal a pior, até que um herói surge como símbolo de esperança para o futuro da vida submarina. Um mergulho no universo infantil com boas doses de otimismo.

 

Hello, Dolly!

Shubert Theatre –  20 abril 2017 – por tempo indeterminado

Bette Midler volta à Broadway para o revival de “Hello, Dolly!”. Com música e letra de Jerry Herman, o espetáculo é baseado na paródia de The Merchant of Yonkers, obra publicada em 1938 pelo escritor norte-americano Thornton Wilder.

 

Anastasia

Broadhurst Theatre – 24 abril 2017 – por tempo indeterminado

Do Império Russo à euforia de Paris nos anos 20, o novo musical de Anastasia é a romântica história de uma jovem que busca descobrir o seu passado.

 

CLÁSSICOS QUE NUNCA SAEM DE CARTAZ

 

O Rei Leão

New Amsterdam Theatre – por tempo indeterminado

Adaptação do emocionante filme da Disney, o espetáculo é embalado pelas músicas feitas por Elton John e Tim Rice, e narra a jornada épica de Simba para cumprir seu destino como rei da Terra dos Reinos.

Wicked

George Gershwin Theatre – por tempo indeterminado

Muita coisa acontece antes de a personagem Dorothy Gale chegar a Oz. E o lado invisível desse fantástico mundo é revelado nesse musical, onde Elphaba (conhecida como a Bruxa Malvada do Oeste) narra a “verdadeira” história dela e de Glinda, a Fada Boa do Norte.

Kinky Boots

Al Hirschfeld Theatre – por tempo indeterminado

Com letras e músicas da cantora Cindy Lauper, e roteiro de Harvey Fierstein, este espetáculo é baseado em uma história real – a trama tem como protagonista um sapateiro que passa a produzir sapatos “fetiches” para impedir a falência de uma fábrica de calçados.

 

Chicago

Neil Simon Theatre – por tempo indeterminado

Duas assassinas no corredor da morte – Velma Kelly e Roxy Hart – disputam a todo custo a ajuda do advogado Billy Flynn para alcançar a fama necessária para escapar da punição capital. Em cartaz desde 1996, Chicago detém o recorde de musical há mais tempo em cartaz na Broadway.

 

Beautiful: The Carole King Musical

Stephen Sondheim Theatre – por tempo indeterminado

A história real da jornada da cantora Carole King, uma das mais bem-sucedidas artistas na história da música popular norte-americana, da infância ao estrelato. Escrevendo a trilha sonora de uma geração, seu primeiro sucesso, Will You Love me Tomorrow, foi lançado quando tinha apenas 17 anos. Aos 20, já escrevia para os maiores nomes do rock & roll. Beautiful é a história por trás dos bastidores da carreira de Carole King – seu relacionamento conturbado com o marido e escritor Gerry Goffin, sua amizade e até competitividade com Barry Mann e Cynthia Weil, até sua ascensão ao estrelato.

 

O Fantasma da Ópera

Majestic Theatre – por tempo indeterminado

A trama tem como cenário o Teatro de Ópera de Paris, e mostra a história da soprano Christine Daaé, seu amado, Visconde Raoul de Chagny e seu misterioso tutor – o Fantasma da Ópera, que vive sob o teatro e nunca é visto por ninguém.

 

Aladdin

New Amsterdam Theatre – por tempo indeterminado

A nova versão para os palcos de Aladdin é baseada no filme da Disney lançado em 1992, sucesso de crítica e bilheteria, que ganhou um Oscar e tornou-se um verdadeiro clássico. Baseado em antigos contos populares árabes, incluindo “Mil e Uma Noites”, Aladdin conta a história de uma cidade cheia de realeza, alguns batedores de carteira e, claro, um gênio especial. O filme da Disney foi atualizado para o público do século 21 e isso torna o musical especialmente engraçado. Recomendado para toda a família.

 

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