Mês: setembro 2018

Belo Horizonte, você vai se apaixonar!

No Comments

A boa mistura de uma grande capital com o jeitinho de cidade do interior conquista rapidamente os visitantes que chegam a Belo Horizonte. Sentir-se em casa na capital de Minas Gerais é tarefa fácil, especialmente quando essa tarefa é acompanhada de um pão de queijo, um “cafezin” ou uma boa cerveja gelada nos milhares de botecos locais. Será necessário pouco tempo para entender a leveza com que os mineiros encaram a vida e rapidinho você já estará falando com aquele simpático e charmoso sotaque tão inconfundível. Bastará um final de semana de passeio pela Lagoa da Pampulha, nos museus da Praça da Liberdade ou experimentando alguns quitutes no Mercado Central para “Beagá” te conquistar. À primeira vista, Belo Horizonte pode não estar na lista de prioridades de viagem. Porém a capital mineira é o lugar perfeito para quem busca roteiros rápidos e de baixo custo. Turistar em Belo Horizonte é fácil e muito barato. A cidade é daquelas que exigem apenas um mapinha na mão para ser percorrida. E o melhor é saber que grande parte das atrações é de graça, por isso, invista em um feriado prolongado para ir a BH.

PONTOS TURÍSTICOS DESTAQUES

 

Lagoa da Pampulha

Cartão postal de Belo Horizonte, a Lagoa da Pampulha representa, mundialmente, as propostas de modernidade dos anos 40. Turistas e moradores da capital têm contato com o conjunto de intervenções urbanísticas e construções reveladoras da interação entre a arquitetura, as artes plásticas e o paisagismo de fino gosto. O gênio criador, Oscar Niemeyer marcou profundamente o espaço urbano que se estendeu para além dos limites da cidade projetada e circunscrita ao anel da Avenida do Contorno.

 

 

 

 

Mercado Central

Com mais de 400 lojas, o Mercado Central é um dos pontos comerciais mais procurados de Belo Horizonte e recebe todos os dias da semana um público de todas as partes de Minas Gerais e do mundo, que consegue unir suas compras ao lazer e à diversão, percorrendo os corredores temáticos como o dos queijos, doce, artesanato, ervas, raízes, artigos religiosos, e as praças, como a da feijoada e a do abacaxi. Lado a lado com bancas coloridas de hortifrutigranjeiros sempre frescos, o visitante dispõe de um completo estoque dos mais variados produtos típicos da culinária mineira. Dentre os produtos mais procurados estão a goiabada, a cachaça da roça e o famoso queijo minas.

 

 

 

 

Centrol Cultural BB de BH

O prédio de seis andares tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais foi inaugurado em 1930 para sediar a antiga Secretaria de Estado de Segurança e Assistência Pública. Seu projeto arquitetônico foi concebido por Luiz Signorelli, fundador da Escola de Arquitetura de Minas Gerais. Em estilo eclético, com influências neoclássicas e art déco, o hall de entrada do edifício é ornamentado pela majestosa escadaria feita em granito, com seu corpo em metal. Em destaque, estão os vitrais logo acima da escada. Do pátio, podem ser vistas todas as janelas internas do prédio e pode-se avistar o vitral, pelas costas. O edifício foi cedido pelo Governo do Estado de Minas Gerais ao Banco do Brasil e após uma ampla restauração passou a abrigar a quarta unidade do CCBB no país. O CCBB BH possui atualmente 1.200 m² de área para exposição; duas salas de exposição permanente; teatro com capacidade para 264 lugares; sala multiuso para atividades audiovisuais, debates, conferências, oficinas, palestras, atividades interativas e educacionais, além de ambientes de convivência, lazer, alimentação e loja para comercialização de produtos culturais. Ao todo são 8.000 m² abertos ao público e mais 4.000 m² que ainda serão abertos em uma próxima fase, totalizando 12.000 m² de área construída, o que coloca o CCBB entre os maiores espaços culturais do Brasil. Com instalações confortáveis, programação regular, diversificada e de qualidade, O CCBB Belo Horizonte recebe eventos nas áreas de artes cênicas, cinema, exposições, ideias, música e educação. O Centro Cultural Banco do Brasil integra o Circuito Liberdade.

Praça da Liberdade

O Circuito Cultural Praça da Liberdade é o maior conjunto integrado de cultura do Brasil. O projeto foi desenvolvido pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria de Cultura em parceria com empresas da iniciativa privada. Os antigos prédios públicos foram transformados em espaços interativos que buscam espelhar a diversidade: acervos históricos, artísticos e temáticos; centros culturais interativos; biblioteca e espaços para oficinas, cursos e ateliês abertos; além de planetário, cafeterias, restaurantes e lojas.

 

 

 

 

Palácio das Artes

O prédio do Palácio das Artes ocupa um complexo arquitetônico de 18.000 m², administrado pela Fundação Clóvis Salgado. O projeto original foi de Oscar Niemeyer, que idealizou o teatro voltado para o Parque Municipal e ligado à Avenida Afonso Pena por uma passarela de concreto. As obras foram iniciadas em 1941, durante o governo do prefeito Juscelino Kubitschek, e sofreu várias interrupções. O Palácio das Artes foi concluído pelo governador Israel Pinheiro e inaugurado em 1971, com interferência dos arquitetos Helio Ferreira Pinto e Pery Rocha França. O conjunto arquitetônico é composto pelo Grande Teatro, onde há sempre algum espetáculo em estilos variados: música, teatro e dança; pelo Teatro de Arena João Ceschiatti, pela Sala Juvenal Dias, pelo Cine Humberto Mauro, por três galerias de arte, espaço multimeios, além de áreas para convivência, prédios da administração, salas de ensaio e o Centro de Formação Artística, com escolas de música, teatro e dança. Com a sua reconstrução após o incêndio ocorrido em 7 de abril de 1997, incorporou características novas que o qualificam como um dos mais modernos e avançados espaços culturais do país.

 

 

Mirante das Mangabeiras

Considerado área de preservação ambiental, está localizado no bairro das Mangabeiras, atrás do Palácio do Governador, em uma área de aproximadamente 35.400 m2. Com dois decks de madeira instalados, medindo cada um cerca de 125m2, o Mirante proporciona aos visitantes uma linda visão panorâmica da cidade e do Parque das Mangabeiras.

 

 

 

 

 

 

Mineirão

O Mineirão encontra-se sob a administração do Comitê Olímpico Internacional (COI) até dia 22/08. O Estádio receberá partidas de futebol nas Olímpiadas Rio 2016. Inaugurado em 1965, com o objetivo de atender uma demanda crescente de público em jogos dos principais times da capital, o Mineirão foi determinante para o desenvolvimento do futebol de Belo Horizonte nos cenários nacional e internacional.
O “Gigante da Pampulha”, hoje com capacidade para 62 mil lugares, passou por reforma para a Copa do Mundo, ganhando uma série de melhorias para jogadores, torcedores e jornalistas, que deixaram o estádio no padrão dos principais palcos do futebol mundial.

 

 

 

 

Igreja São Francisco de Assis

Em 1945, a Capela São Francisco de Assis, mais conhecida como Igrejinha da Pampulha, estava praticamente concluída, porém não obteve a autorização da Cúria Metropolitana para ser consagrada e funcionar como um templo religioso. Somente em 1959, a igreja foi consagrada como um templo religioso por D. João de Rezende Costa.
Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, foi considerada uma grande inovação arquitetônica. Seu interior abriga a Via-Sacra, composta por quatorze painéis de Cândido Portinari. Os jardins são assinados por Burle Marx e os baixos-relevos em bronze foram esculpidos por Alfredo Ceschiatti.
Além de ser uma das imagens mais representativas da religiosidade do povo mineiro, a Igrejinha da Pampulha é também um dos mais conhecidos “cartões postais” de Belo Horizonte, uma obra-prima do Conjunto Arquitetônico da Pampulha, que recentemente recebeu o título de Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO.

 

 

Parque das Mangabeiras

Encravado na Serra do Curral, o Parque Municipal das Mangabeiras é um dos maiores e mais belos redutos ecológicos de Belo Horizonte. Com projeto paisagístico assinado por Burle Marx, é a maior área verde da cidade, com 2,3 milhões de m² de matas nativas, onde se pode fazer trilhas no meio de micos, esquilos e outros animais silvestres. E tem ainda quiosques, quadras poliesportivas, brinquedos para crianças e arenas para shows e teatros.

 

 

 

 

 

Espaço do Conhecimento UFMG

O Espaço do Conhecimento UFMG estimula a construção de um olhar crítico acerca da produção de saberes através da utilização de recursos musicais. Sua programação diversificada inclui exposições, cursos, oficinas e debates. Integrante do Circuito Cultural Praça da Liberdade, o Espaço do Conhecimento é fruto da parceria entre a UFMG e o Governo de Minas. O Espaço conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais – FAPEMIG, Rede de Museus e Espaços de Ciências e Cultura da UFMG e da DAC – Diretoria de Ação Cultural da UFMG.
Este espaço faz parte da Rede de Museus UFMG e do Circuito Cultural Praça da Liberdade. Aqui você pode conhecer a exposição “Demasiado Humano”, que a partir de várias áreas do conhecimento, conta a trajetória da humanidade no planeta Terra; o observatório astronômico; o planetário que exibe filmes sobre astronomia e imagens do universo captadas pelos satélites e sondas espaciais; a fachada digital que exibe imagens, além de diversas atividades destinadas ao público em geral. Não deixe de visitar o Espaço do Conhecimento UFMG, que reúne tecnologia e divulgação do conhecimento.

 

 

Museu de Artes e ofício

Uma fascinante viagem no tempo. O Museu de Artes e Ofícios – MAO é um espaço cultural que abriga e difunde um acervo representativo do universo do trabalho, das artes e dos ofícios no Brasil. Um lugar de encontro do trabalhador consigo mesmo, com sua história e com seu tempo.
A coleção que deu origem ao museu, com peças originais dos séculos XVIII ao XX, foi iniciada há cerca de 50 anos. A observação do acervo revela que, mesmo quando desenvolve uma peça voltada para suprir uma necessidade de trabalho, o homem usa sua capacidade criativa e se expressa com arte e sensibilidade.
O local escolhido para a implantação do museu foram os edifícios tombados da antiga Estação Ferroviária, no centro de Belo Horizonte. Foi inaugurado em 14 de dezembro de 2005, ocupando um espaço de mais de 15.000 m² – sendo mais de 9.200 m² de área construída – com a abertura ao público em 10 de janeiro de 2006. Sua implantação fortaleceu o processo de requalificação do Hipercentro de Belo Horizonte, em consonância com as realizações da Prefeitura Municipal e do Governo do Estado, tornando-se um ganho artístico-cultural para Minas Gerais e para o País. Um túnel que liga as duas partes do museu tem em suas paredes os nomes de todos os trabalhadores da reforma para a implantação do museu.

 

 

Museu das Minas e do Metal

O MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal foi implantado no prédio da antiga Secretaria de Estado da Educação e abriga importante acervo sobre mineração e metalurgia, documentando duas das principais atividades econômicas de Minas. O Museu utiliza, de forma lúdica e criativa, da tecnologia de ponta para mostrar o universo das rochas, os processos de transformação dos minérios e a importância deles para a vida humana e o desenvolvimento social, econômico e cultural. Em ambientes virtuais, os visitantes podem interagir com os espaços criados para permitir intensa vivência pelo mundo dos metais.
O edifício foi totalmente restaurado e adequado com projeto arquitetônico de Paulo Mendes da Rocha e projeto museográfico de Marcello Dantas. O espaço incorporou o acervo do Museu de Mineralogia Djalma Guimarães e tem patrocínio da Gerdau. O MM Gerdau integra

o Circuito Liberdade.

 

 

 

SESC Paladium

Ponto de encontro com a cultura, possui teatro de bolso e cinema, com produções que privilegiam filmes fora do circuito comercial, café, acervo artístico literário – com as mais importantes obras sobre as artes – loja de artesanato, galeria de arte, sala para cursos, espaços multiusos, estacionamento além do Grande Teatro, para 1.321 pessoas.

 

 

 

 

 

 

Palácio da Liberdade

Sede histórica do Governo do Estado e um dos principais cartões postais de Belo Horizonte, o Palácio da Liberdade foi palco de decisões políticas e sociais que marcaram a história do povo mineiro e brasileiro. Sua construção foi iniciada em 7 de setembro de 1895, projetado pelo arquiteto José de Magalhães para acolher a sede administrativa do Governo de Minas Gerais e residência oficial dos governadores. A obra foi realizada pela Comissão Construtora da Capital, tendo à frente Aarão Reis e Francisco Bicalho. Os construtores foram Teixeira Rodrigues, Conde de Santa Marinha, Carlos Antonini e Leonardo Gutierrez. Mantêm o aspecto original os jardins com esculturas francesas em mármore branco e postes que sustentam águias de metal cercadas por luminárias, um orquidário da época da construção da nova capital, e um coreto que ostenta um bonito ornamento artesanal de cipós e troncos feitos de cimento armado. Este é um dos poucos coretos que apresentam características da época. Uma construção interna de grande destaque no Palácio é a escadaria de ferro e mármore, projetada no Brasil e construída nas oficinas Accières Brugges, na Bélgica, com flores e folhagens de ferro batido. A partir da década de 70, os governadores preferiram trabalhar no Palácio dos Despachos.

 

 

Feira Hippie

É domingo e o sol ainda nem apareceu, mas muitos trabalhadores já se preparam para uma empreitada fervorosa de trabalho. Alguns chegam muito, mas muito mais cedo para montar o local onde centenas de pessoas poderão comprar, lanchar e apreciar os artesanatos. É a Feira de Arte e Artesanato da Afonso Pena sendo erguida para sustento e alegria de muitos belo-horizontinos. São milhares de barracas espalhadas pela Afonso Pena, que é fechada para o trânsito de veículos e aberta para belo-horizontinos e turistas do mundo inteiro, todos os domingos em Belo Horizonte.
Existe um mundo paralelo à capital mineira dentro da feira. São objetos de decoração, artes plásticas, bijuterias, artesanato infantil, móveis, tapeçaria, vestuário e comidas típicas, tudo feito por verdadeiros artistas que param o trânsito de veículos em uma das maiores avenidas da cidade. Com um colorido especial, vindo das barraquinhas, a feira tem um artesanato diversificado que chama a atenção de quem chega a passeio.
Para os expositores é muito importante que a feira esteja sempre cheia e que seus produtos feitos com tanta dedicação sejam apreciados e comprados pelos visitantes. “Vem muita gente do exterior aqui, isso é gratificante para nós”, revela Maria Rosa, que é expositora há quase 37 anos.
Um dos maiores atrativos da Feira de Artesanato é o preço dos produtos oferecidos nas inúmeras barracas. Muitos turistas que vem até BH não deixam de passar pelo local e levar lembranças e produtos de ótima qualidade para sua terra natal.
Além de poder comprar os produtos expostos, o visitante pode se deliciar nas dezenas de barracas do setor de alimentação. Em um ambiente familiar, pais, filhos, amigos e namorados saboreiam o que há de melhor na culinária local. Muitos maridos e namorados, enquanto esperam suas mulheres fazerem compras, apreciam os petiscos mineiros nas tradicionais barraquinhas de alimentação. “Eu venho à feira uma vez por ano para trazer minha esposa. Ela compra de tudo e sai satisfeita, enquanto isso eu fico aqui me deliciando com as comidas típicas”, conta Custódio Nunes Neto. Assim como Custódio, Donizete Lima vem uma vez por ano de Brasília para fazer compras na Feira da Afonso Pena. “Acho que a feira é uma referência de Belo Horizonte, lá em Brasília, quando pensamos em BH, pensamos na feira”, revela.

Um pouquinho de história 
No início era apenas um grupo de artistas plásticos que se encontravam semanalmente para colocar à venda seus trabalhos. Em meados de 1969, a Feira de Artesanato era conhecida como Feira Hippie, nome que até hoje é utilizado carinhosamente pelos moradores da capital. Instalada originalmente na Praça da Liberdade, com o passar do tempo e o aumento do número de comerciantes foi transferida para a Avenida Afonso Pena, em 1991. Hoje, a Feira é considerada um dos grandes polos de compra da capital e disseminadora da cultura regional para os visitantes. Com mais de 2.500 expositores, o que não falta é opção no segmento de vestuário, bijuterias, bolsas, cintos, calçados, tapeçaria, etc.

 

Solicite um orçamento:
MICHELLE TOUR NATAL
Rua Rui Barbosa, nº 911 – Tirol – Natal/RN – CEP 59015-290
Telefones: (084) 4009-0677
Plantão 24 horas para Emergências: (084) 99407-7110
www.michelletour.com.br

Categories: Destinos, Dicas