Autor: Michelle Tour

Belo Horizonte, você vai se apaixonar!

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A boa mistura de uma grande capital com o jeitinho de cidade do interior conquista rapidamente os visitantes que chegam a Belo Horizonte. Sentir-se em casa na capital de Minas Gerais é tarefa fácil, especialmente quando essa tarefa é acompanhada de um pão de queijo, um “cafezin” ou uma boa cerveja gelada nos milhares de botecos locais. Será necessário pouco tempo para entender a leveza com que os mineiros encaram a vida e rapidinho você já estará falando com aquele simpático e charmoso sotaque tão inconfundível. Bastará um final de semana de passeio pela Lagoa da Pampulha, nos museus da Praça da Liberdade ou experimentando alguns quitutes no Mercado Central para “Beagá” te conquistar. À primeira vista, Belo Horizonte pode não estar na lista de prioridades de viagem. Porém a capital mineira é o lugar perfeito para quem busca roteiros rápidos e de baixo custo. Turistar em Belo Horizonte é fácil e muito barato. A cidade é daquelas que exigem apenas um mapinha na mão para ser percorrida. E o melhor é saber que grande parte das atrações é de graça, por isso, invista em um feriado prolongado para ir a BH.

PONTOS TURÍSTICOS DESTAQUES

 

Lagoa da Pampulha

Cartão postal de Belo Horizonte, a Lagoa da Pampulha representa, mundialmente, as propostas de modernidade dos anos 40. Turistas e moradores da capital têm contato com o conjunto de intervenções urbanísticas e construções reveladoras da interação entre a arquitetura, as artes plásticas e o paisagismo de fino gosto. O gênio criador, Oscar Niemeyer marcou profundamente o espaço urbano que se estendeu para além dos limites da cidade projetada e circunscrita ao anel da Avenida do Contorno.

 

 

 

 

Mercado Central

Com mais de 400 lojas, o Mercado Central é um dos pontos comerciais mais procurados de Belo Horizonte e recebe todos os dias da semana um público de todas as partes de Minas Gerais e do mundo, que consegue unir suas compras ao lazer e à diversão, percorrendo os corredores temáticos como o dos queijos, doce, artesanato, ervas, raízes, artigos religiosos, e as praças, como a da feijoada e a do abacaxi. Lado a lado com bancas coloridas de hortifrutigranjeiros sempre frescos, o visitante dispõe de um completo estoque dos mais variados produtos típicos da culinária mineira. Dentre os produtos mais procurados estão a goiabada, a cachaça da roça e o famoso queijo minas.

 

 

 

 

Centrol Cultural BB de BH

O prédio de seis andares tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais foi inaugurado em 1930 para sediar a antiga Secretaria de Estado de Segurança e Assistência Pública. Seu projeto arquitetônico foi concebido por Luiz Signorelli, fundador da Escola de Arquitetura de Minas Gerais. Em estilo eclético, com influências neoclássicas e art déco, o hall de entrada do edifício é ornamentado pela majestosa escadaria feita em granito, com seu corpo em metal. Em destaque, estão os vitrais logo acima da escada. Do pátio, podem ser vistas todas as janelas internas do prédio e pode-se avistar o vitral, pelas costas. O edifício foi cedido pelo Governo do Estado de Minas Gerais ao Banco do Brasil e após uma ampla restauração passou a abrigar a quarta unidade do CCBB no país. O CCBB BH possui atualmente 1.200 m² de área para exposição; duas salas de exposição permanente; teatro com capacidade para 264 lugares; sala multiuso para atividades audiovisuais, debates, conferências, oficinas, palestras, atividades interativas e educacionais, além de ambientes de convivência, lazer, alimentação e loja para comercialização de produtos culturais. Ao todo são 8.000 m² abertos ao público e mais 4.000 m² que ainda serão abertos em uma próxima fase, totalizando 12.000 m² de área construída, o que coloca o CCBB entre os maiores espaços culturais do Brasil. Com instalações confortáveis, programação regular, diversificada e de qualidade, O CCBB Belo Horizonte recebe eventos nas áreas de artes cênicas, cinema, exposições, ideias, música e educação. O Centro Cultural Banco do Brasil integra o Circuito Liberdade.

Praça da Liberdade

O Circuito Cultural Praça da Liberdade é o maior conjunto integrado de cultura do Brasil. O projeto foi desenvolvido pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria de Cultura em parceria com empresas da iniciativa privada. Os antigos prédios públicos foram transformados em espaços interativos que buscam espelhar a diversidade: acervos históricos, artísticos e temáticos; centros culturais interativos; biblioteca e espaços para oficinas, cursos e ateliês abertos; além de planetário, cafeterias, restaurantes e lojas.

 

 

 

 

Palácio das Artes

O prédio do Palácio das Artes ocupa um complexo arquitetônico de 18.000 m², administrado pela Fundação Clóvis Salgado. O projeto original foi de Oscar Niemeyer, que idealizou o teatro voltado para o Parque Municipal e ligado à Avenida Afonso Pena por uma passarela de concreto. As obras foram iniciadas em 1941, durante o governo do prefeito Juscelino Kubitschek, e sofreu várias interrupções. O Palácio das Artes foi concluído pelo governador Israel Pinheiro e inaugurado em 1971, com interferência dos arquitetos Helio Ferreira Pinto e Pery Rocha França. O conjunto arquitetônico é composto pelo Grande Teatro, onde há sempre algum espetáculo em estilos variados: música, teatro e dança; pelo Teatro de Arena João Ceschiatti, pela Sala Juvenal Dias, pelo Cine Humberto Mauro, por três galerias de arte, espaço multimeios, além de áreas para convivência, prédios da administração, salas de ensaio e o Centro de Formação Artística, com escolas de música, teatro e dança. Com a sua reconstrução após o incêndio ocorrido em 7 de abril de 1997, incorporou características novas que o qualificam como um dos mais modernos e avançados espaços culturais do país.

 

 

Mirante das Mangabeiras

Considerado área de preservação ambiental, está localizado no bairro das Mangabeiras, atrás do Palácio do Governador, em uma área de aproximadamente 35.400 m2. Com dois decks de madeira instalados, medindo cada um cerca de 125m2, o Mirante proporciona aos visitantes uma linda visão panorâmica da cidade e do Parque das Mangabeiras.

 

 

 

 

 

 

Mineirão

O Mineirão encontra-se sob a administração do Comitê Olímpico Internacional (COI) até dia 22/08. O Estádio receberá partidas de futebol nas Olímpiadas Rio 2016. Inaugurado em 1965, com o objetivo de atender uma demanda crescente de público em jogos dos principais times da capital, o Mineirão foi determinante para o desenvolvimento do futebol de Belo Horizonte nos cenários nacional e internacional.
O “Gigante da Pampulha”, hoje com capacidade para 62 mil lugares, passou por reforma para a Copa do Mundo, ganhando uma série de melhorias para jogadores, torcedores e jornalistas, que deixaram o estádio no padrão dos principais palcos do futebol mundial.

 

 

 

 

Igreja São Francisco de Assis

Em 1945, a Capela São Francisco de Assis, mais conhecida como Igrejinha da Pampulha, estava praticamente concluída, porém não obteve a autorização da Cúria Metropolitana para ser consagrada e funcionar como um templo religioso. Somente em 1959, a igreja foi consagrada como um templo religioso por D. João de Rezende Costa.
Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, foi considerada uma grande inovação arquitetônica. Seu interior abriga a Via-Sacra, composta por quatorze painéis de Cândido Portinari. Os jardins são assinados por Burle Marx e os baixos-relevos em bronze foram esculpidos por Alfredo Ceschiatti.
Além de ser uma das imagens mais representativas da religiosidade do povo mineiro, a Igrejinha da Pampulha é também um dos mais conhecidos “cartões postais” de Belo Horizonte, uma obra-prima do Conjunto Arquitetônico da Pampulha, que recentemente recebeu o título de Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO.

 

 

Parque das Mangabeiras

Encravado na Serra do Curral, o Parque Municipal das Mangabeiras é um dos maiores e mais belos redutos ecológicos de Belo Horizonte. Com projeto paisagístico assinado por Burle Marx, é a maior área verde da cidade, com 2,3 milhões de m² de matas nativas, onde se pode fazer trilhas no meio de micos, esquilos e outros animais silvestres. E tem ainda quiosques, quadras poliesportivas, brinquedos para crianças e arenas para shows e teatros.

 

 

 

 

 

Espaço do Conhecimento UFMG

O Espaço do Conhecimento UFMG estimula a construção de um olhar crítico acerca da produção de saberes através da utilização de recursos musicais. Sua programação diversificada inclui exposições, cursos, oficinas e debates. Integrante do Circuito Cultural Praça da Liberdade, o Espaço do Conhecimento é fruto da parceria entre a UFMG e o Governo de Minas. O Espaço conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais – FAPEMIG, Rede de Museus e Espaços de Ciências e Cultura da UFMG e da DAC – Diretoria de Ação Cultural da UFMG.
Este espaço faz parte da Rede de Museus UFMG e do Circuito Cultural Praça da Liberdade. Aqui você pode conhecer a exposição “Demasiado Humano”, que a partir de várias áreas do conhecimento, conta a trajetória da humanidade no planeta Terra; o observatório astronômico; o planetário que exibe filmes sobre astronomia e imagens do universo captadas pelos satélites e sondas espaciais; a fachada digital que exibe imagens, além de diversas atividades destinadas ao público em geral. Não deixe de visitar o Espaço do Conhecimento UFMG, que reúne tecnologia e divulgação do conhecimento.

 

 

Museu de Artes e ofício

Uma fascinante viagem no tempo. O Museu de Artes e Ofícios – MAO é um espaço cultural que abriga e difunde um acervo representativo do universo do trabalho, das artes e dos ofícios no Brasil. Um lugar de encontro do trabalhador consigo mesmo, com sua história e com seu tempo.
A coleção que deu origem ao museu, com peças originais dos séculos XVIII ao XX, foi iniciada há cerca de 50 anos. A observação do acervo revela que, mesmo quando desenvolve uma peça voltada para suprir uma necessidade de trabalho, o homem usa sua capacidade criativa e se expressa com arte e sensibilidade.
O local escolhido para a implantação do museu foram os edifícios tombados da antiga Estação Ferroviária, no centro de Belo Horizonte. Foi inaugurado em 14 de dezembro de 2005, ocupando um espaço de mais de 15.000 m² – sendo mais de 9.200 m² de área construída – com a abertura ao público em 10 de janeiro de 2006. Sua implantação fortaleceu o processo de requalificação do Hipercentro de Belo Horizonte, em consonância com as realizações da Prefeitura Municipal e do Governo do Estado, tornando-se um ganho artístico-cultural para Minas Gerais e para o País. Um túnel que liga as duas partes do museu tem em suas paredes os nomes de todos os trabalhadores da reforma para a implantação do museu.

 

 

Museu das Minas e do Metal

O MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal foi implantado no prédio da antiga Secretaria de Estado da Educação e abriga importante acervo sobre mineração e metalurgia, documentando duas das principais atividades econômicas de Minas. O Museu utiliza, de forma lúdica e criativa, da tecnologia de ponta para mostrar o universo das rochas, os processos de transformação dos minérios e a importância deles para a vida humana e o desenvolvimento social, econômico e cultural. Em ambientes virtuais, os visitantes podem interagir com os espaços criados para permitir intensa vivência pelo mundo dos metais.
O edifício foi totalmente restaurado e adequado com projeto arquitetônico de Paulo Mendes da Rocha e projeto museográfico de Marcello Dantas. O espaço incorporou o acervo do Museu de Mineralogia Djalma Guimarães e tem patrocínio da Gerdau. O MM Gerdau integra

o Circuito Liberdade.

 

 

 

SESC Paladium

Ponto de encontro com a cultura, possui teatro de bolso e cinema, com produções que privilegiam filmes fora do circuito comercial, café, acervo artístico literário – com as mais importantes obras sobre as artes – loja de artesanato, galeria de arte, sala para cursos, espaços multiusos, estacionamento além do Grande Teatro, para 1.321 pessoas.

 

 

 

 

 

 

Palácio da Liberdade

Sede histórica do Governo do Estado e um dos principais cartões postais de Belo Horizonte, o Palácio da Liberdade foi palco de decisões políticas e sociais que marcaram a história do povo mineiro e brasileiro. Sua construção foi iniciada em 7 de setembro de 1895, projetado pelo arquiteto José de Magalhães para acolher a sede administrativa do Governo de Minas Gerais e residência oficial dos governadores. A obra foi realizada pela Comissão Construtora da Capital, tendo à frente Aarão Reis e Francisco Bicalho. Os construtores foram Teixeira Rodrigues, Conde de Santa Marinha, Carlos Antonini e Leonardo Gutierrez. Mantêm o aspecto original os jardins com esculturas francesas em mármore branco e postes que sustentam águias de metal cercadas por luminárias, um orquidário da época da construção da nova capital, e um coreto que ostenta um bonito ornamento artesanal de cipós e troncos feitos de cimento armado. Este é um dos poucos coretos que apresentam características da época. Uma construção interna de grande destaque no Palácio é a escadaria de ferro e mármore, projetada no Brasil e construída nas oficinas Accières Brugges, na Bélgica, com flores e folhagens de ferro batido. A partir da década de 70, os governadores preferiram trabalhar no Palácio dos Despachos.

 

 

Feira Hippie

É domingo e o sol ainda nem apareceu, mas muitos trabalhadores já se preparam para uma empreitada fervorosa de trabalho. Alguns chegam muito, mas muito mais cedo para montar o local onde centenas de pessoas poderão comprar, lanchar e apreciar os artesanatos. É a Feira de Arte e Artesanato da Afonso Pena sendo erguida para sustento e alegria de muitos belo-horizontinos. São milhares de barracas espalhadas pela Afonso Pena, que é fechada para o trânsito de veículos e aberta para belo-horizontinos e turistas do mundo inteiro, todos os domingos em Belo Horizonte.
Existe um mundo paralelo à capital mineira dentro da feira. São objetos de decoração, artes plásticas, bijuterias, artesanato infantil, móveis, tapeçaria, vestuário e comidas típicas, tudo feito por verdadeiros artistas que param o trânsito de veículos em uma das maiores avenidas da cidade. Com um colorido especial, vindo das barraquinhas, a feira tem um artesanato diversificado que chama a atenção de quem chega a passeio.
Para os expositores é muito importante que a feira esteja sempre cheia e que seus produtos feitos com tanta dedicação sejam apreciados e comprados pelos visitantes. “Vem muita gente do exterior aqui, isso é gratificante para nós”, revela Maria Rosa, que é expositora há quase 37 anos.
Um dos maiores atrativos da Feira de Artesanato é o preço dos produtos oferecidos nas inúmeras barracas. Muitos turistas que vem até BH não deixam de passar pelo local e levar lembranças e produtos de ótima qualidade para sua terra natal.
Além de poder comprar os produtos expostos, o visitante pode se deliciar nas dezenas de barracas do setor de alimentação. Em um ambiente familiar, pais, filhos, amigos e namorados saboreiam o que há de melhor na culinária local. Muitos maridos e namorados, enquanto esperam suas mulheres fazerem compras, apreciam os petiscos mineiros nas tradicionais barraquinhas de alimentação. “Eu venho à feira uma vez por ano para trazer minha esposa. Ela compra de tudo e sai satisfeita, enquanto isso eu fico aqui me deliciando com as comidas típicas”, conta Custódio Nunes Neto. Assim como Custódio, Donizete Lima vem uma vez por ano de Brasília para fazer compras na Feira da Afonso Pena. “Acho que a feira é uma referência de Belo Horizonte, lá em Brasília, quando pensamos em BH, pensamos na feira”, revela.

Um pouquinho de história 
No início era apenas um grupo de artistas plásticos que se encontravam semanalmente para colocar à venda seus trabalhos. Em meados de 1969, a Feira de Artesanato era conhecida como Feira Hippie, nome que até hoje é utilizado carinhosamente pelos moradores da capital. Instalada originalmente na Praça da Liberdade, com o passar do tempo e o aumento do número de comerciantes foi transferida para a Avenida Afonso Pena, em 1991. Hoje, a Feira é considerada um dos grandes polos de compra da capital e disseminadora da cultura regional para os visitantes. Com mais de 2.500 expositores, o que não falta é opção no segmento de vestuário, bijuterias, bolsas, cintos, calçados, tapeçaria, etc.

 

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Conheça o Mardi Gras

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Carnaval não existe só no Brasil, não! O Universal Studios Florida celebra Mardi Gras, o carnaval de Nova Orleans. A festa, que dura dois meses, conta com 14 shows (BEM legais, por sinal), uma parada especial e, é claro, comida gostosa! O carnaval de lá, em Orlando, não é exatamente igual ao daqui, mas a animação é muito parecida com a brasileira. No Mardi Gras são usadas máscaras de gesso e colares de miçangas e  carros alegóricos supercoloridos.

 

Você não precisa ter um ingresso especial para participar da celebração, basta estar no parque com a sua entrada comum. Durante esse período, o parque recebe um espaço chamado French Quarter Courtyard, que é aberto no final da tarde nos dias de festa selecionados. Ele conta com áreas que vendem pratos de comida típica da cidade e shows variados, que vão desde bandas de Nova Orleans até artistas superconhecidos.

 

 

 

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10 lugares para conhecer em Portugal.

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Com praias e construções históricas, Portugal é um destino que vale a pena ser conhecido em sua próxima viagem. Veja opções de lugares para visitar!

1 – Lisboa

A Torre de Belém é um dos destaques de Lisboa, capital de Portugal

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A capital Lisboa é ponto de partida para qualquer viagem dentro do país e também tem seus encantos. Um deles é a Torre de Belém, um dos cartões postais da cidade e parada obrigatória para todo e qualquer turista que esteja passando por lá. Outro ponto turístico que também vale a visita é o Estádio da Luz, casa do Sport Lisboa, um dos maiores times de futebol do país. O Oceanário de Lisboa é um aquário público em que você poderá conhecer várias espécies de animais marinhos e se encantar. Se você estiver querendo aproveitar uma das mais belas vistas da cidade, não deixe de visitar o Miradouro da Senhora do Monte, de onde é possível observar vários pontos da cidade, como o Castelo de São Jorge, uma parte da Baixa de Lisboa, o Rio Tejo, o Bairro Alto e o Parque Florestal de Monsanto.

 

2 – Algarve

Algarve é uma região desconhecida por uma grande parte dos turistas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Algarve é uma região pouco explorada e desconhecida por uma grande parte dos turistas.  O local é “um dos segredos mais famosos do velho continente” e está repleto de praias paradisíacas que chamam a atenção pela envolvente paisagem. Um dos locais mais bonitos é a praia de Albandeira, com águas calmas e cristalinas, cavernas do mar, piscinas de pedra natural e uma areia dourada. Como o local é pouco frequentado, você pode aproveitar para curtir com muita tranquilidade.

 

3 – Cascais

Cascais, assim como o Algarve, se destaca pela sua exuberante faixa litorânea.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A vila portuguesa Cascais, assim como o Algarve, se destaca pela sua exuberante faixa litorânea. Com belas praias e marinas, o local, que era o antigo porto dos pescadores, hoje atrai muitos turistas, principalmente pela linda baía que banha o município. Além das praias, a vila também oferece muita aventura aos turistas, como passeios por trilhas, dunas, à cavalo e até mesmo de barco.

 

 

4 – Cabo da Roca

O Cabo da Roca oferece uma bela vista do Oceano Atlântico

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A região é a ponta mais ocidental de toda a Europa e oferece uma bela vista do Oceano Atlântico batendo em meios os rochedos que cercam a costa. Lá, é possível contemplar a natureza enquanto aproveita um momento de tranquilidade. O local é tão icônico que até o poeta Luís Vaz de Camões, um dos maiores difusores da literatura lusófona, descreveu em os Lusíadas, sua maior obra literária, o Cabo da Roca como o local onde a terra se acaba e o mar começa.

 

5 – Ilha da Madeira

 

O local foi eleito o Melhor Destino de Ilha de 2017 de toda a Europa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Ilha da Madeira foi eleita o Melhor Destino de Ilha de 2017 de toda a Europa segundo a 24ª edição do World Travel Awards. Com um pouco mais de uma hora de vôo, saindo de Lisboa, você chega nesta ilha de praias exuberantes, piscinas naturais, mirantes incríveis, jardins repletos de cor e enormes montanhas. Além disso, o local também sabe bem como combinar o clima da serra com a agitação da cidade. Durante o verão, as cidades de Funchal, a maior do arquipélago, e Porto Santo, a menor, são bastante procuradas por turistas, em especial pelos portugueses que querem aproveitar as férias sem ir para muito longe.

 

6 – Batalha

O local, pertencente ao distrito de Leiria, tem uma das Sete Maravilhas de Portugal: o Mosteiro de Batalha. Além de ser um ícone da arquitetura gótica, o local também é o símbolo da vitória dos portugueses sobre os espanhóis no século XIV, levou quase 200 anos para ser construída. O local vale a pena ser conhecido não só por causa da beleza, mas também pela grande importância histórica.

 

7- Fátima

A cidade de Fátima é muito famosa entre os católicos que acreditam que o local foi abençoado pelas visitas da Virgem Maria em 1917. Por causa disso, Fátima é, até hoje, um local de muita devoção por parte dos católicos, principalmente pelo povo português, que é muito religioso. Mas independente da sua fé, crença ou religião, Fátima é uma cidade que encanta todos que a conhecem. Ela fica situada a apenas 20 quilômetros de Batalha e a 128 quilômetros de Lisboa.

 

8 – Évora

Évora encanta os apaixonados por história, já que a cidade é um verdadeiro museu a céu aberto. Com uma riquíssima variedade de monumentos, o destino se destaca pela preservação das construções, como é o caso do Templo de Diana, construído no século II. Há também uma influência religiosa, que é notada em suas igrejas e no Colégio do Espírito Santo, hoje Universidade de Évora, em que os Jesuítas costumavam ensinar. A cidade fica a cerca de 133 quilômetros de distância de Lisboa, e você leva uma hora e meia de carro para chegar até lá partindo da capital.

 

9 – Óbidos

A menos de 90 quilômetros de distância de Lisboa, Óbidos é uma opção de passeio se você estiver na capital e quiser fazer um bate e volta. Marcada por uma arquitetura histórica, a cidade é cercada por muralhas e encanta os viajantes pelas diferentes construções e edifícios antigos, todos construídas sob forte influência medieval. A principal atração da região, o Castelo De Óbidos, é datado do século XII e passou por uma completa restauração.

 

10 – Coimbra

Coimbra, que já foi capital de Portugal, é conhecida mundialmente pela Universidade de Coimbra, reconhecida pela UNESCO como Patrimônio Mundial. A instituição combina suas belas e seculares construções , como a torre de relógio em formato de coruja com os milhares de estudantes universitários que frequentam o local.

 

 

 

 

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✈ Tendências! 4 destinos internacionais que mais agradam os viajantes.

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Destinos internacionais que são tendências

 

Confira quais são os destinos que receberam ótima avaliação dos turistas e são considerados como tendências de viagem para os próximos meses:

1 – Portugal

Portugal já recebeu diversos prêmios turísticos e segue entre os destinos que mais agradam os turistas brasileiros

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O país costuma agradar os viajantes que gostam de admirar igrejas e castelos, mas também visitar ilhas e praias. Lisboa, Algarve e Madeira são paradas indispensáveis para quem visita o destino queridinho dos turistas. “Há ainda a gastronomia, que faz muito sucesso, com pratos com o tradicional bacalhau e o clássico pastel de nata. Para quem ainda não conhece a República Portuguesa, a dica é optar por um pacote de viagem que ofereça passeios com guia. Assim, fica mais fácil conhecer os principais pontos turísticos da região, como a Torre de Belém e o Castelo de São Jorge”.

 

2 – Chile

Santiago, capital do Chile, está entre as principais regiões turísticas do país e, por lá, os viajantes podem visitar vinhedos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Chile é a opção ideal para quem deseja fazer passeios na neve, apreciar um vinho e degustar comida de qualidade. “Através da capital, Santiago, é possível fazer uma excursão aos vinhedos e cidades litorâneas de Viña del Mar e Valparaíso. Seguindo ao Sul, uma passagem pelos Lagos Andinos combinam com uma travessia até Bariloche. Ao Norte, San Pedro do Atacama é conhecido pelo seu deserto, o mais seco do mundo, que fica entre o Oceano Pacífico e a Cordilheira dos Andes”.

 

3 – Rússia

A Rússia ganhou destaque turístico devido a Copa e a Catedral de São Basílio fica, em Moscou, atrai inúmeros turistas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O destino ganhou grande destaque turístico por ser sede da Copa do Mundo de 2018 e, na maior cidade do país, São Petersburgo, há diversos pontos turísticos. Entre eles, vale a pena visitar o Museu Hermitage, um dos mais renomados em arte ocidental, o Palácio de Catarina e a Catedral de Pedro e Paulo. “Por ter um clima bem diferente do Brasil, o local nem sempre foi um dos preferidos por quem mora aqui. No entanto, com a escolha da nação como sede de Copa do Mundo deste ano, acabou entrando na rota dos mais procurados. Entre os souvenirs que não podem faltar na bagagem de volta estão as matrioskas, tradicionais bonecas de lá”.

4 – Peru

Machu Picchu, também conhecido como cidade perdida dos incas, é um paraíso histórico nas montanhas do Peru.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Peru também está entre os destinos internacionais que mais agradam os turistas. Cusco, considerado um patrimônio histórico da humanidade, é visto como uma cidade que não pode ficar fora da lista de roteiros turísticos. A capital, Lima, é outra região que entra nas paradas obrigatórias da viagem, porém o maior ponto de movimentação turística é o território de Machu Picchu, também chamado de “cidade perdida dos Incas”.

 

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Symphony of the Seas – o melhor navio de 2018

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Symphony of the Seas, o espetacular e surpreendente navio da Royal Caribbean, começou suas atividades navegando pelas águas do mediterrâneo em abril de 2018 e em novembro, o maior cruzeiro do mundo chegará no Caribe. O quarto navio da classe Oasis, está cheio de atividades emocionantes, entretenimento e muitas opções gastronômicas. No Symphony of the Seas a aventura está garantida. Divirta-se no mais alto escorregador dentro de um navio, com 45 metros acima do nível do mar, o Ultimate Abyss é pura adrenalina! Aproveite também: o Perfect Storm, três emocionantes tobogãs aquáticos; o FlowRider, um radical simulador de Surf; a parede de escalada, Rock Wall; o Bionic Bar, inovador serviço de barman robô; o incrível espetáculo aquático no AquaTheater e para as crianças o maior parque aquático a bordo de um navio, o Splashaway Bay. Também é possível passear e descansar no Central Park, um deck inteiro com mais de 12.000 plantas e arvores; escolher entre as 20 opções de restaurantes no deck Boardwalk e recompor as energias no relaxante e completo Vitality Spa. Além de oferecer experiências novas e revolucionarias ao mar, o Symphony of the Seas garante fazer de seu cruzeiro as férias mais extraordinárias.

Conheça o melhor Navio de 2018

NOVA SUÍTE

ULTIMATE FAMILY SUITE

Possui dois andares de pura diversão, além de seu próprio escorregador sem fila, aproveite também um cinema 3D todo seu.

ROYAL SUITE CLASS – LUXO E NOVAS EXPERIÊNCIAS

Chegou a hora de redefinir sofisticação. O verdadeiro luxo não está nas coisas materiais, e sim nas experiências únicas. Refinado, mas não convencional. É a diversão que ri da formalidade.

UMA NOVA VISTA PARA A VIZINHANÇA

Quando a aventura do dia terminar, aproveite o conforto e tranquilidade de sua cabine, mas com a diversão a uma porta de distância.

NOVO RESTAURANTE

HOOKED SEAFOOD – FRESCO E SABOROSO

Essa é a melhor pedida para quem busca ingredientes frescos e é apaixonado por frutos do mar. O sabor da Nova Inglaterra está aqui.

PLAYMAKERS – QUE OS JOGOS COMECEM

O melhor dos esportes está no Playmakers Sports Bar & Arcade – seja assistindo a um jogo do time local em um dos diversos telões, disputando suas próprias partidas ou recarregando as energias.

EL LOCO FRESH – LOUCURAS DELICIOSAS

Fresco. Rápido. Autêntico. Mate a sua fome pela culinária mexicana. Enlouqueça com esses deliciosos sabores.

NOVO ESPETÁCULO

HAIRSPRAY

Big Hair, big dreams. Entre no ritmo deste divertido musical da Broadway vencedor de Tony Awards.

 

LASER TAG – FOCO NA DIVERSÃO

Em uma galáxia não muito distante duas forças vão colidir. Escolha seu lado, pegue seu laser e prepare-se para uma batalha interestelar de luzes coloridas.

 

FLIGHT – A AVENTURA GANHA ASAS

Se prepare para decolar com FLIGHT, um show espetacular que te leva em uma viagem pela história da aviação.

DESTAQUES DO NAVIO

Ação e Aventura

 

 

 

 

 

  • O Ultimate Abyss*, o tobogã mais alto em alto-mar
  • Jogos clássicos de Carnaval no novo Boardwalk Arcade.
  • Dois simuladores de surfe FlowRider®
  • Duas paredes de escalada, cada uma com 4 metros de altura
  • Tirolesa suspensa a uma altura equivalente a 9 decks e percorrendo 25 m
  • Quadra de basquete em dimensões profissionais
  • Pista de patinação no gelo
  • Três tobogãs de vários andares*
    *Há restrições: Perfect Storm – deve ter pelo menos 1,20 m de altura para usar.
    The Ultimate Abyss: é preciso ter pelo menos 1,12 m de altura para subir.
Opções de Restaurantes

 

 

 

 

 

  • Os hóspedes a bordo do Symphony of the Seas desfrutarão do serviço de renome mundial da linha de cruzeiro, o GOLD Anchor Service, e de um amplo menu com deliciosas opções de pratos no primeiro e no segundo turnos do jantar nos restaurantes principais do navio, além de 20 opções de restaurantes a bordo dos maiores e mais inovadores navios de cruzeiro do mundo. Os hóspedes selecionarão entre dois turnos: o programa My Time Dining, que oferece a flexibilidade de selecionar seu próprio turno de refeição e companheiros de mesa em um parte exclusiva do restaurante principal, ou uma ampla variedade de restaurantes de especialidades.
  • Bifes de qualidade, cortados a mão no Chops Grille, da Royal Caribbean
  • Especialidades japonesas grelhadas e um novo menu com teppanyaki no Izumi Hibachi & Sushi
Descanso e relaxamento

 

 

 

 

 

  • Serviço completo do Vitality at Sea Spa com suíte térmica e um amplo menu de tratamentos
  • Academia de ginástica de última geração, com aulas de ioga e tai chi
  • Jardim externo do Central Park® com galerias, restaurantes e lojas
  • 5 piscinas, incluindo a do Solarium, um refúgio somente para adultos*
  • 10 piscinas de hidromassagem, duas delas suspensas com vista para o oceano
  • Concierge Club e Diamond Lounge
    * Em dias de mau tempo e em horas específicas, poderá ser autorizado o uso da piscina do Solarium por menores de 16 anos, desde que sob a supervisão de um dos pais ou adulto responsável.

 

Crianças e Famílias

 

 

 

 

 

  • Programa para crianças e jovens Adventure Ocean® gratuito
  • Berçário Royal Babies & TotsSM
  • Programa Royal Babies® e Royal Tots®
  • Lounge e discoteca para adolescentes
  • Parque aquático infantil Splashaway Bay*
  • Cinema 3D
  • Atividades próprias para famílias, incluindo jogos, concursos, seminários e palestras de autoajuda
    *Há restrições: Deve ter pelo menos 1,06 m de altura para usar.
Entretenimento e Compras

 

 

 

 

 

  • O Bionic Bar no Royal Promenade, com atendentes robóticos que servem coquetéis únicos enquanto dançam ao som das batidas
  • Um lindo carrossel talhado à mão no Boardwalk
  • Shows gratuitos no AquaTheater, shows no gelo e outras diversões ao vivo
  • Uma sala VIP no Casino Royale®
  • Bares, áreas de estar e boates que não cobram couvert, incluindo clubes de jazz ao vivo, bar de karaokê e clube de comédia
  • Festas e desfiles no Royal Promenade
  • Uma infinidade de marcas famosas e compras duty-free (livre de impostos) no Central Park® e no Royal Promenade, incluindo uma galeria de arte, lojas para crianças e adolescentes e lojas especializadas em joias, perfumes e roupas
  • Maior largura de banda e o VOOM, a Internet mais rápida em alto-mar disponível em todo o navio.

 

Exclusivo para hóspedes em suítes

 

 

 

 

 

  • O restaurante Coastal Kitchen oferece uma cozinha inovadora que mescla influências do Mediterrâneo com a leve cozinha da Califórnia
  • Um lounge privativo com vista para o mar
  • Um exclusivo deck para tomar sol Sun Zone nas suítes completas
  • Classe Royal Suites

 

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Rua Rui Barbosa, nº 911 – Tirol – Natal/RN – CEP 59015-290
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Categories: Cruzeiros

O que você precisa saber no primeiro safári na África do Sul

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Na África do Sul não é difícil ver os big five, os animais mais temidos do continente africano

Entre a pausa de um safári e outro, nada melhor que aproveitar a piscina do lodge. Foto: Dulini Lodge

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quem se programa para viver a primeira experiência de safári não se decepciona com a África do Sul. O país é dono de uma vida selvagem extraordinária, e dificilmente você deixará o país sem ver os big five – o rinoceronte, o elefante, o leão, o búfalo e o leopardo, considerados os animais mais temidos da África. Mas como funciona exatamente um safári? Fizemos um guia básico para tirar todas as dúvidas de quem vai se aventurar pelas savanas sul-africanas pela primeira vez. Confira!

 

O safári

Os safáris são conduzidos por dois especialistas que são apaixonados pelo que fazem e conhecem a savana como ninguém. O tracker localiza os animais. Ele rastreia pegadas, consegue calcular há quanto tempo o bicho passou por ali e parece ter olhos de águia, visualizado animais camuflados mesmo à distância. O ranger conduz o jipe e freia o veículo a cada animal apontado pelo colega. O ranger, então, compartilha com os viajantes todas as curiosidades e hábitos de cada animal. É praticamente uma aula, principalmente para as crianças.

As expectativas de ver vários animais (principalmente todos os big five) é enorme, mas é bacana ter em mente que quantidade não é qualidade. Dependendo da época, a vegetação dificulta a visibilidade dos animais, e as condições climáticas, como um período de seca, por exemplo, torna a procura um pouco mais longa, já que os bichos se deslocam para regiões mais distantes em busca de água. Mesmo assim, rangers e trackers farão o possível para encontrar e se aproximar ao máximo das feras. E não há emoção maior quando, silenciosamente, conseguimos fotografá-los bem perto.
A rotina
Embora tudo seja regradinho, talvez essa seja uma das rotinas gostosas que você vivenciará em uma viagem. O dia começa bem cedo. Por volta das 5h30 os hóspedes devem encontrar os rangers para um breve café da manhã no lobby do lodge. Antes de sair, todos conversam sobre quais animais serão procurados naquele dia, de acordo com a condição climática ou o que foi visto no dia anterior.

Em torno das 9h, os viajantes retornam ao lodge para um café da manhã reforçado. O almoço é servido entre às 12h e 14h. Esses intervalos livres são perfeitos para curtir o hotel e seus entornos. É provável que você depare com animais mais dóceis circulando livremente – não se espante se alguns surgirem na piscina para beber um golinho de água! Quem viaja com crianças pode deixá-las com os rangers, que promovem brincadeiras e ensinam  um pouco mais sobre a vida selvagem a elas.

O segundo safári acontece no finalzinho da tarde e começo da noite. Esse é o período quando os bichos saem à caça e, não raro, você os verá se alimentando. O retorno ao lodge coincide com a hora do jantar, que termina entre às 22h e 23h. Os buttlers colocam os hóspedes para dormir cedo, afinal de contas, o próximo dia se aproxima e reserva novas emoções.
Experiências especiais
Café da manhã e lanche em meio à savana 
Se bater aquela fome durante as três horas de safári, não se preocupe. Em algum momento, os rangers vão parar em um ponto isolado e, quando você menos esperar, será servido um lanche estilo piquenique.

Boma dinner
Ao menos um dia de safári será encerrado com o tradicional boma dinner. Em uma área cercada ao lado do lodge, sob o céu estrelado da savana, e ao redor de uma fogueira é servido um típico churrasco africano, o braai. Durante o jantar, conversamos sobre os animais que vimos e todas as emoções vividas na expedição daquele dia.

Dúvidas básicas
Qual a melhor época? 
É possível fazer safári na África do Sul em qualquer período do ano. Na época seca é mais fácil visualizar os bichos pois a vegetação está rasteira e, durante o inverno, com tudo verdinho, o visual é incrível para fotografar.

Quantos dias? 
Para aproveitar o máximo, o ideal é fazer três dias de safári. Assim, você tem mais chances de ver os big five, além de outras espécies surpreendentes.
Onde ficar
A hospedagem também é fundamental na experiência de safári. O Kruger Park é o parque nacional mais famoso na África do Sul em seu entorno encontram-se reservas com lodges espetaculares.

Dulini Private Game Reserve
Nas incríveis paisagens da reserva Sabi Sands, o Dulini Private Game Reserve conta com três lodges  – Dulini River, Dulini Leadwood e Dulini Lodge – que proporcionam vivências autênticas que unem sofisticação e contato com a vida selvagem em safáris emocionantes. Os rangers e trackers super experientes e uma equipe pra lá de acolhedora tornam a estadia ainda mais especial.

Com personalidade própria e decoração individual, a privacidade é garantida com cada lodge mantendo poucas tendas, algumas com piscinas particulares, sempre integradas à natureza ao redor. Os lodges ainda contam com spa, biblioteca, inspirações gastronômicas internacionais e serviços totalmente personalizados para cada hóspede.

Categories: Destinos, Dicas

Histórias e Sabores da Turquia

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A experiência de desvendar as ruas e segredos de Istambul com suas deslumbrantes mesquitas, palácios, museus e sítios arqueológicos, abre literalmente o apetite para conhecer outro tesouro desta mistura de culturas e civilizações: a culinária turca com suas iguarias, acepipes e delícias.

Por Arthur Veríssimo. Especial para a The Traveller

 

Há um roteiro possível de ser realizado, em que os manjares turcos proporcionam uma amostra da grande diversidade gastronômica do país. A cozinha turca é um mix gastronômico de ingredientes e receitas do Oriente Médio, da Ásia Central e do Mediterrâneo. Isso fica muito claro caminhando pelas ruas de Istambul, por suas feiras e mercados. Após contemplar e percorrer os interiores da magnífica Basílica de Santa Sofia, fomos conhecer o intenso e agitado Spice Bazaar. O mercado é uma sucessão de lojas, num imenso galpão repleto de especiarias, queijos, frutas, baklavas, chás e iguarias de todo Oriente.

Caminhando pelo corredor central, logo fui abduzido ao interior de uma loja de ingredientes, chás e doces. O vendedor, Mister Mehmeet nos ofereceu um delicioso chá de maçã e uma bandeja repleta de lokun, apetitosos docinhos turcos feitos de goma e suculentas baklavas de massa folhada, com diferentes recheios de pistache, nozes, mel e romã. Adquiri alguns temperos e chás e mergulhei no sol escaldante das ruas de Istambul para uma experiência ainda mais intensa. Fomos almoçar em um clássico restaurante turco, o Hamdi. Iniciamos nossa degustação, com uma série de mezes (entradinhas diversas de pasta de homus, berinjela, favas, iogurte com alho, charutinhos de folhas de uva) com pães pita, inflados e quentinhos. Na sequência, suculentos kaftas de cordeiro acompanhados por pilaf de arroz com páprica e um delirante Fistikli Kepap. Um verdadeiro banquete.

Uma agradável surpresa é a comida de rua na Turquia. O chef Carlos Rogério Paes do Veggies da Praça ficou fascinado com esta culinária encontrada em cada canto da cidade. Em sua expedição gastronômica por Istambul ele destaca que “às margens do Chifre de Ouro encontrei vários barquinhos decorados e ancorados próximos à ponte Galata.

Tinha uma variedade de pratos deliciosos. Por diversos locais na Turquia há barracas e carrinhos vendendo suculentos kebabs, mexilhões cozidos, arroz com mariscos, sorvetes e Börek – salgados recheados com carne, queijo e batata. Isso são só alguns exemplos das riquezas que Istambul oferece”. O Mikla Restaurant é outra casa que deve entrar nos planos de quem visita Istambul. Localizado no topo do hotel Marmara Pera, no bairro de Beyoğlu, ele é um dos restaurantes mais estrelados da Turquia. Como diz o chef Mehmet Gurs, “todos os produtos são orgânicos e frescos, e nossos pratos não se restringem à cozinha turca ou otomana. Estamos completamente em sintonia com a Anatólia e sua diversidade de ingredientes”. Alguns dos gourmets à mesa se deliciaram com a sucessão dos sete pratos do menu degustação. Um desfile sensorial e gustativo de entradas, pratos, sobremesa – tudo harmonizado com ótimos vinhos. Ao final da noite, saí satisfeito e encantado.

Deixando Istambul para trás, chegamos à Capadócia, uma região que concentra muito do que há de mais genuíno na gastronomia turca. Encravado no alto da colina na pequena cidade de Uçhisar, o Museum Hotel Cappadocia é o suprassumo de arte, gastronomia e sofisticação. E foi no hotel, ao anoitecer, que jantamos no Lil’a Restaurant com o proprietário do Museum e personagem icônico do turismo na Capadócia: Mister Omer Tosun. O chef Murat Bozok contou que todos os ingredientes dos pratos são frescos e a maioria é cultivada na horta orgânica do hotel.

Depois das entradas – de mezes e charutinhos de folhas de uva – o prato principal foi composto por deliciosos cogumelos com queijo gratinado e um kebab divino com molho de tomate, iogurte e especiarias. Um mix gastronômico preparado com ingredientes e iguarias regado a vinhos da Capadócia.

Um dos momentos mais surpreendentes em nossa saga gastronômica aconteceu em Göreme, no aconchegante restaurante Dibek. O carro chefe da casa é o tradicional Testi – um tipo de kebab cozido em pote de barro com cordeiro desossado, molho de tomate, cogumelos, alho, pimenta do reino, sal e manteiga. Os ingredientes são misturados e inseridos no pote que é então lacrado. Durante duas horas a cumbuca fica cozinhando em fogo de carvão. O ápice da experiência acontece quando o lacre do pote de cerâmica é quebrado em frente aos convidados, que já neste momento podem começar a saborear o prato através de seu delicioso aroma. Recomendo a todos, quando tiverem a oportunidade, experimentar esta delícia da culinária turca, uma das mais saborosas e saudáveis cozinhas no mundo.

 

Arthur Veríssimo – Jornalista, roteirista e apresentador com passagens por grandes publicações e veículos de mídia. É autor do livro GONZO 30 anos de jornalismo transcultural e ganhador do prêmio Comunique-se 2016 na categoria Cultura Escrita por sua obra.

 

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Categories: Destinos, Dicas

Os destinos mais incríveis no Verão Europeu

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1/7 – Vai para a Copa do Mundo? Estique a viagem para uma dessas praias paradisíacas

Por Fernanda Nascimento e Ricardo Moreno*. Especial para a The Traveller. 

Esqueça o verão como conhecemos. Na estação mais quente do ano, as temperaturas não vão muito além dos 25 graus na capital da Rússia, Moscou. Mais ao norte, em cidades como São Petersburgo, o clima lembra nossos dias de inverno, com direito a casaco e cachecol. É verdade que os jogos da Copa do Mundo vão elevar a temperatura por lá, mas nada como tirar alguns dias das férias para colocar a roupa de banho e dar um mergulho no mar. Por que não encurtar os 14 mil quilômetros que separam o Brasil do país-sede da competição com uma parada no Mediterrâneo? A cada temporada, novos destinos prometem uma experiência inesquecível – e, lá sim, o calor é garantido!

*Fernanda Nascimento é editora e já passou pelas redações das revistas Veja e Época S.Paulo e pelas rádios CBN e BandNews. Atualmente é editora-chefe da plataforma The Summer Hunter, desenvolvendo conteúdo original e projetos editoriais para marcas como Aperol, GOL e Reserva. Na edição 82, deu dicas das melhores praias europeias para curtir na época da Copa do Mundo.

Ricardo Moreno é fundador do The Summer Hunter, plataforma dedicada a produzir conteúdo em torno do verão e traduzir tendências de comportamento, o jornalista teve trabalhos publicados em jornais e revistas como Monocle, Wallpaper*, Wired Itália, Freunde von Freunden e GQ. 

 

2/7 – Menorca, Espanha

Quando as férias de verão lotam as vizinhas Maiorca e Ibiza, a ilha de Menorca mantém a tranquilidade. Seu litoral é recortado por pequenas calas, como são chamadas as prainhas banhadas pelas águas cristalinas. Vale a pena alugar um carro para conhecer cada pedaço da costa antes de chegar à Ciutadella, a charmosa cidade onde hotéis boutiques têm se instalado, de olho nos turistas que estão descobrindo este refúgio espanhol.

Onde ficar 
A menos de um quilômetro da Ciutadella, o recém-inaugurado Agroturismo Ses Talaies é quase um retiro. Os hóspedes podem comer as frutas colhidas nas árvores da propriedade enquanto desfrutam da tarde na piscina.

 

3/7 – Pafos, Chipre

A ilha do Mar Mediterrâneo já foi parte da Grécia Antiga e do Império Otomano e guarda sua história em cenários de tirar o fôlego. Escolhida como uma das Capitais Europeias da Cultura em 2017, Pafos está cada vez mais vibrante. O mar azul de suas praias divide a atenção dos visitantes com castelos, igrejas e, claro, a culinária mediterrânea, com frutos do mar e azeite em abundância. É hora de conhecer este país onde as temperaturas raramente ficam abaixo dos 20 graus.

Onde ficar
A melhor maneira de desfrutar do Cap St. Georges Beach Club Resort é se hospedando em uma das villas com piscina privativa, vista para o mar e um pôr do sol incrível. A praia de pedrinhas está a poucos passos de distância.

 

 4/7 – Cap Ferret, França

Não confunda com Cap Ferrat, destino na Riviera Francesa. A única semelhança entre as duas praias é o sotaque francês. A uma hora de Bordeaux, Cap Ferret é uma charmosa vila de pescadores que ainda não foi devorada pelos turistas como a conterrânea. Mesmo os hotéis e restaurantes mais sofisticados mantêm um toque rústico. Se prepare para comer algumas das melhores ostras do país – essa é uma das principais atividades econômicas da região.

Onde ficar 
No Ferret Vigne, o único desafio é decidir entre caminhar 200 metros para a praia ou alugar uma bicicleta e pedalar até a vila pela floresta de pinheiros. Alguns dos quartos possuem uma varanda particular com banheira de hidromassagem.

 

5/7 – Bodrum, Turquia

Nos últimos anos, a instabilidade política afastou os turistas da Riviera Turca. Agora, a região volta a aparecer como um destino cobiçado, com hotéis de luxo se multiplicando pela costa de Bodrum, que despontou como uma das regiões mais badaladas do litoral. A cultura e a gastronomia turca são uma atração à parte, é verdade, com seus mercados, tecidos, sabores asiáticos e chás servidos a qualquer hora do dia. Some a isso hotéis incríveis, praias lindas e restaurantes com vista para o mar. Seja bem-vindo a Bodrum.

Onde ficar
No topo de uma colina, o The Marmara Bodrum tem uma vista incrível. Da piscina, é possível enxergar a Baía de Bodrum e a Ilha de Kos. Escolha um dos quartos com terraço com vista para o mar.

 

6/7 – Pantelleria, Itália

O estilista Giorgio Armani foi um dos primeiros a descobrir essa ilha vulcânica no Mediterrâneo – e construiu sua vila por lá. Apesar de fazer parte da Itália, o cenário tem uma certa influência africana. Afinal, é até possível avistar a costa da Tunísia, que está a menos de cem quilômetros de distância. Hotéis sofisticados abriram as portas para receber as celebridades que descobriram Pantelleria, mas a ilha nunca perdeu a cara de secret spot. Aproveite um verão regado a vinhos e alcaparras produzidas na região.

Onde ficar
Uma das melhores maneiras de se hospedar na ilha é alugar uma típica casa de Pantelleria. A 200 metros do mar, a Il Dammuso D’Autore foi construída pela mesma arquiteta que desenhou a vila de Giorgio Armani.

 

 

7/7 – Comporta, Portugal

A uma hora de Lisboa, as praias têm ares de Caribe, com areia branca e mar azul. Como é um dos poucos destinos na região do Algarve onde os grandes hotéis ainda não se instalaram, a estrutura continua cool. Os visitantes repousam em espreguiçadeiras debaixo de guarda-sóis de palha enquanto esperam uma porção de amêijoas, molusco típico da região. Ainda dá para tirar um cochilo nas redes montadas pelos bares à beira-mar antes de conhecer as novas lojas e restaurantes que abrem as portas por lá a cada verão.

Onde fica
As 34 suítes e villas do Sublime Comporta se estendem pela propriedade de 170 mil metros quadrados. Rodeado por lagoas, dunas e arrozais, o hotel tem serviço impecável. O Sem Porta, comandado pelo chef Ljubomir Stanisic, é um dos melhores restau- rantes da região.

Foto: Flickr/CC – vreimunde

 

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No Reino dos Faraós

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O templo de Karnak

A cidade de Abu Simbel

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Existem tesouros da velha civilização egípcia espalhados por museus e praças de vários lugares do mundo, mas nenhum deles consegue fascinar tanto quanto aqueles que permanecem em seu ambiente original, nos templos e palácios localizados à beira do Rio Nilo.

Por Ricardo Westin*. Especial para a The Traveller. 

 

Quando conheci Istambul, anos atrás, uma experiência me deixou com a pulga atrás da orelha. Todas as grandes atrações da cidade me arrebataram, menos uma. Ao contrário do Estreito de Bósforo, da Torre de Gálata, do Grande Bazar, dos palácios dos sultões e das mesquitas, o obelisco egípcio não conseguiu me tocar. Esculpido pelos faraós há 3.500 anos e transportado para o local atual, ao lado da Mesquita Azul, há 1.600 anos, o obelisco de granito tem seus 20 metros de altura ornamentados com os clássicos hieróglifos egípcios. Como fui capaz de ficar apático diante de tal tesouro? Insensibilidade? Ignorância? Cansaço após um dia puxado de passeios? Num efeito retardado, só decifrei esse enigma pessoal poucos meses atrás, quando eu vivia o sonho de infância de percorrer o Egito.

Num cruzeiro pelo Rio Nilo com paradas em templos e tumbas que remontam ao Antigo Egito, compreendi que, por mais ancestral e rara que seja, uma peça vinda do passado carrega muito mais significado quando a vemos em seu contexto original.

O obelisco de Istambul foi arrancado do Templo de Karnak, localizado no que hoje é a cidade Luxor. Na minha viagem recente, conheci os dois obeliscos que restam de pé em meio às ruínas de Karnak. Eles aparentam ser idênticos ao que foi carregado para Istambul, mas… como são mais eloquentes! Os dois obeliscos vigiam, do alto, uma profusão de estátuas de deuses e faraós e de colunas e paredões repletos de hieróglifos. Contemplando tudo isso preservado em seu próprio ambiente, eu senti como se de fato tivesse retrocedido no tempo e enxergasse os primórdios da civilização.

Sob o efeito hipnótico dos obeliscos, acabei por intuição criando uma tese particular: eles seriam os mais antigos ancestrais das torres das igrejas e dos minaretes das mesquitas, com a missão prática de permitir que os antigos egípcios que vinham de longe se localizassem e conseguissem chegar ao Templo de Karnak. No contexto nada egípcio de Istambul, eu jamais seria tomado por divagações que me levassem tão longe. Em Istambul, eu supus que os obeliscos fossem grandes blocos de pedra empilhados com perfeição. No Egito, constatei que não é nada disso. Trata-se de uma peça única e colossal. Na cidade de Assuã, conheci um obelisco que a velha civilização faraônica, por causa de rachaduras, abandonou inacabado, esculpido diretamente na montanha de granito, deitado, faltando apenas os talhos finais para ser destacado da pedra e transportado para o Templo de Karnak. Diante do obelisco que repousa incompleto em Assuã, eu pude criar a imagem mental de um exército trabalhadores atacando a montanha com picaretas para dar forma ao monumento.

Museus espalhados pelo mundo inteiro ostentam tesouros do Antigo Egito, como o British Museum, de Londres, e o Neues Museum, de Berlim. Até mesmo o Museu Nacional, do Rio, dispõe de uma múmia genuína, que o imperador dom Pedro II trouxe para o Brasil como lembrança de uma segunda viagem ao Egito.

Não se trata de fazer pouco caso dessas coleções, pois elas cumprem uma missão educativa e cultural muito nobre, mas não há como negar que, apresentadas a quilômetros e quilômetros de distância de onde foram recolhidas, as peças perdem bastante do seu poder de comunicação e de encantamento.Foi na viagem ao Egito que a crença dos faraós na vida eterna tornou-se visível para mim, palpável até. O Vale dos Reis é um ponto camuflado das montanhas, bem longe da cobiça dos ladrões, onde túneis escavados na rocha conduzem às câmaras nas quais as múmias dos reis eram sepultadas. O que mais me surpreendeu foi a dimensão das tumbas, imensas, com espaço suficiente abrigar as joias, as roupas, os móveis, as carruagens e até os alimentos que garantiriam o conforto dos faraós no outro mundo.

No Templo de Abu Simbel, um detalhe numa das estátuas me intrigou: a inscrição “Drovetti 1816” sulcada no pé do faraó. Perguntei ao meu guia sobre a identidade daquele “vândalo” de 200 anos atrás, e ele respondeu que se tratava de Bernardino Drovetti, cônsul da França no Egito. Após a queda dos faraós, a cultura do Antigo Egito atravessou a Idade Média e a Idade Moderna relegada ao esquecimento. Templos inteiros foram soterrados por tempestades de areia e assim permaneceram durante séculos. O resgate começou em 1798, quando a França enviou para o Egito uma tropa liderada pelo general Napoleão Bonaparte e também, de quebra, uma expedição de arqueólogos. Foram estes últimos que reapresentaram o Antigo Egito ao mundo. Como representante do governo francês no Egito, Drovetti foi uma das primeiras pessoas a entrar em Abu Simbel após o achado dos arqueólogos. Num costume provavelmente aceitável naquela época, o cônsul decidiu deixar sua marca no monumento – e acabou me apresentando o capítulo pouco conhecido da redescobrimento do mundo egípcio.

Assim que tive o estalo a respeito do obelisco de Istambul, corri para compartilhar a descoberta com o meu guia egípcio. Ele riu e, num arroubo nacionalista, fez um discurso sobre a necessidade de o monumento ser devolvido ao Egito. E ainda me contou que não se tratava de um caso isolado. Torres de pedra que fizeram parte do Templo de Karnak hoje enfeitam a Place de la Concorde, em Paris, e uma pracinha perto do Coliseu, em Roma. Levei um susto. Eu já estive nas duas cidades mais de uma vez, mas não guardava sequer a mais vaga lembrança dos monumentos egípcios. Não me culpo. Entendo que não houve insensibilidade nem ignorância da minha parte. Além disso, ganhei um motivo novo para voltar a Istambul, Roma e Paris: graças a tudo que vivi e aprendi no cruzeiro pelo Rio Nilo, sei que agora enxergarei os obeliscos expatriados com outros olhos.

 

* Ricardo Westin é jornalista, escritor e cientista político radicado em Brasília, que tem entre seus principais interesses as viagens e a história. É colaborador da Teresa Perez desde 2012, criando conteúdo para as publicações da agência.

Categories: Destinos, Dicas

5 Boutiques para vestir a moda de Mykonos

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Bazaar at Scorpios

Ergon Mykonos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Só o visual incrível, composto pelo azul profundo do Mar Egeu em contraste com as típicas casas brancas já fazem de Mykonos um daqueles destinos deliciosos para curtir o verão europeu. Mas ilha grega também conquista com sua face cosmopolita e a vocação para a moda. Basta um passeio por suas ruas para descobrir boutiques sofisticadas de designers gregos, além de uma curadoria especial de produtos de grifes internacionais. Reunimos endereços de boutiques em Mykonos para quem não abre mão de boas compras.

Liontis
As sandálias de couro são itens que nunca saem de moda em Mykonos. Um das lojas mais tradicionais na ilha é a Liontis, pertencente à mesma família desde 1956. Lá você encontra a sandália nos mais diferentes estilos e cores para adultos e crianças. liontis-sandals.gr
Nikos Koulis
Além de prêmios internacionais, o designer grego Nikos Koulis também conquistou celebridades que exibem suas joias em alguns dos eventos mais badalados do mundo. É no seu atelier em Atenas que Koulis cria peças únicas, vendidas em boutiques conceituais em Mykonos e na capital grega. nikoskoulis.gr
Bazaar at Scorpios 
Um dos clubes de praia mais sofisticados de Mykonos também conta com a marca têxtil Caravana para fazer a curadoria do seu bazar. O resultado é uma rica variedade de roupas, acessorios, joias e artigos de decoração de lojas internacionais exclusivas. scorpiosmykonos.com/bazaar

Dew 
A moda praia é o carro-chefe da Dew que reúne roupas, acessórios e joias de alto padrão de designers gregos, como Stefania Frangista e Maa Boo, além e de marcas internacionais, como a caribenha Poupette St Barth e a londrina Varley. dewmykonos.com
Ergon Mykonos 
Para artigos com traços genuínos, essa é uma das boutiques mais interessante da ilha. A inspiração da Ergon é a herança grega, traduzida em produtos artesanais de alta qualidade. Roupas, bolsas, almofadas e outros acessórios exibem design inovadores, com linhas minimalista com toda a beleza da arte da Grécia. ergonmykonos.com 

Categories: Dicas